Tulipa Selvagem
Deixar-se levar pelo tempo
onde os homens olham
para os relógios não desafiam,
porque fazer o refúgio
que protege o sagrado,
o paraíso e o profundo,
faz das vidas dos impérios
não mais serem as mesmas,
é mister abrir as tais fendas.
Permitir que os sonhos
deslumbrantes incendeiem
sem deixar que se extinguam
à guiar-se pelo caminho
que as estrelas conhecem,
e iluminam o único exército
que se curva diante de Deus.
Faça Sol ou faça Chuva,
ciente de que sou
a que é total fora da curva,
sem temer nenhum abismo,
no teu peito escrevi o destino,
que nós não podemos controlar;
a florescida tulipa selvagem
em todas as estações de amar.
Comentários (1)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
2026-04-19
OK... beleza de texto poético. boa tarde...
Outros poemas de participantes
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha