Na cadeira repousa
uma folha em branco
de um caderno , querendo 
escrever para ti
mas não consigo.
Pois minhas mãos
tremem, minha mente
está no vazio... de um
universo , onde as estrelas
estão ainda incandecentes.
Na cadeira repousa
agora uma folha cheia de
palavras ... agora em versos
tão ardentes , que me entrego
a ti minha querida como
um eterno amante.
Um amante das estrelas
- da lua que cruza
- este céu a todo instante.

Ademir o poeta.

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