A Ceia .
Agora vos alimentarei o
espirito...
- Arroz -
- Feijão -
- Farinha de mandioca -
- Fruta Pão -
- Manga -
- Coco -
- Caju -
- Açaí -
- Pinha -
- Carambola -
- Mamão -
- Banana -
EU VOS DOU A PAZ DO TEU
ESTOMAGO .
Não chores por mim
pois a terra destas dádivas
estão cheias -
Sejam felizes e prósperos
neste mundo cheio de
fome e pobreza.
Ademir o poeta.
A Dança.
Dance comigo
nesta noite... pelo menos
uma única música!
para sentir teu respirar , e o
bater de teu corpo - coração.
E neste dançar ei de
tentar , ao menos nesta
noite me declarar.
Me declarar nesta dança... que
me elevam aos ventos deste
belo e imenso luar.
Dance comigo
nesta noite... por favor te
imploro > não me faças chorar !
({ ELA ME DEIXA NO MEIO DO SALÃO
SÓZINHO A VAGAR }}
Ademir o poeta.
A Esperança.
Minha insegurança e por não
dizer que me amas.
É por não me aparecer como
minha namorada, para me orgulhar
e ser minha segurança , no meu
trabalho , no meu censo de homem
responsável , e que um dia quer
por esperança se casar.
Minha sensação de viver só é de me
associar ao medo , de morrer algum
dia ... e tu não me dares tua generosa mão.
Veja quanto é possível uma mulher como tu
ser tão especial... na vida de uma pessoa , que te venera
como uma deusa e querer sempre te abraçar
e dizer : que sua maior vitória na vida
foi te consquistar.
Ademir o Poeta.
A Estagnação Econômica.
Sinceramente não sei onde
me situar nesta mundo...
Minha caminhada por ele
sempre foi de luta > as vezes vejo
casais com seus filhos , e fico imaginando
são tão pequeninos ainda , o que
serão no futuro se a economia deste
país ficar estagnada.
Como poderão sobreviver quando
estiverem em idade de se formar
homens de boa índole e serem
dignos de viverem em uma sociedade
cada vês mais centralizada no lucro
familiar e não nos moldes de
fazer a riqueza circular .
Meus pensamentos é se não tenho
como me formar > e ter uma profissão
decente para que se casar e ter filhos.
Seria um crime de minha parte ; pois não
os poderia educar para o que iriam enfrentar.
Para que ter um carro se não posso sustenta-lo.
Para que ter uma casa se não posso paga-la.
É como ter uma esposa e não poder ter
relações sexuais com ela. E por ser eu
considerado um doido , que prefiro ser
um assexuado e nunca ter uma amiga
e dizer , estou apaixonado por ti ... quer
se casar comigo, seria de minha parte
uma falta de vergonha na cara :
e nunca ter minha dignidade formada
por tanta lutas , desfeitas em noites
de profundas tristezas e tentar até
me matar.
Ademir o poeta.
A Mentira.
Olha! você mentiu para mim
e eu passei esta mentira para frente
somente porque tu me pediste.
O estrago agora já está
feito, meu erro foi ter aceito
fingir por ti meu amor.
Olha! você mentiu para mim
e esta minha mente
não gostou ... por que agora
o que sinto por tu é um verdadeiro amor.
Olhe ... agora como estou !
tu não me queres mais me
ver , pois até outro tu já arranjou.
E na maior amargura me
fez sofrer tanta dor.
Ademir o poeta.
A Paz das Águas.
O Grande movimento das águas
nos trazem a paz de rios e
belas cachoeiras , que descem
das montanhas.
formando no solo já sagrado:
uma lagoa circundada por
belas e grandes flores.
É o chamado paraíso em
terras do mundo , tão castigados
por fomes e guerras.
A Criação das vidas marinhas
e das revoadas de pássaros
nos comunicam o encanto
dos oceanos em todas as
partes dos cinco continentes :
que nos abraçam em amores
profundos.
Ademir o poeta.
A Razão.
Lamento sempre minha
confusão mental... fico inerte
e sem ação.
O nervosismo toma conta
da minha mente em erosão.
Fico sempre alerta , pois
meu corpo toma nova direção.
Direção em noites de muito
pavor... por sentir magoas de uma
forte vontade de servidão.
Servidão mental - sem agressão - pois
controlo meus temores com uma
grande e forte solidão.
( ENTÃO VOLTO À RAZÃO ).
Ademir o poeta.
A reação de um povo.
Todos os matemáticos
são escritores das misérias alheias
Nas adversidades das vidas
e nos sofrimentos, humanos, eles
calculam a percentagem que os
governos não gostam/
PRINCIPALMENTE OS TOTALITÁRIOS
E ainda tem muitos no mundo
que teimam em ser dono
de uma nação/
Na maioria das vezes
são mesmos donos de um
país inteiro ... e o leite de seus
deuses um dia se acabam/
Pois a miséria de um povo :
é um levante violento
e estrondoso/
Ademir o poeta.
A Redação de uma leitura.
Tenho me exposto como
um humano na escrita...
Tenho colocado meus
versos , tudo que aprendi.
Na redação de leituras.
Exponho minha verdade
nos textos abertos
- sinceros -
- Surrealistas -
- sou o leitor -
- sou a leitura -
- sou meu escritor -
Sou a parte boa
a parte ruim , ou os
vômitos de letras :
-não escritas atoa. -
Ademir o poeta.
A Virada do Século.
Quero te falar uma
coisa... que não
está tão distante. Nosso caso
de loucura amorosa nunca
terminou.
Nosso coração é
gigante... não adormece
todas as noites.
Quero te falar uma
coisa... que está
tão perto de nós : O tempo
está passando e o
século já virou.
Por isso não se esqueça
o amor não é como os
anos... que passam e mais
velhos ficamos.
Então não deixes de
falar ou dizer > sempre te
amei e ainda amo... pois nossa
loucura ; nunca se findou.
Ademir o poeta.
A Virgindade da terra.
A terra coloca uma natureza
ainda virgem... para ser fecundada
pelo homens - aves dos céus - que
nela depositam seus grãos de puro
milho. deles foram feitos a gostosa
papa - misturada ao açúcar que veio
de uma milagrosa cana - vinda
de uma natureza ainda virgem.
Todos elementos fecundados pela
terra , sobre céu azul e sobre
céu escuro em chuvas.
São alimentos para os humanos
e também os pássaros que novamente
os depositam no humos escuro
sobre a nobre terra.
São tantas ou milhares de sementes
que vem trazidas pelos ventos
quentes e frios dos polos achatados
de nosso planeta. Ainda que eu morra
amanha ... serei também o criador
de sementes : que são cultivadas
pelos nossos filhos ainda adolescentes.
E viva o circular ventre desta
bela terra.
Ademir o poeta.
A Virtude.
A luz do céu não
apagou a virtude da
humanidade.
Pois o brilho das estrelas
ainda não morreram.
Não morreram nos braços
de muitos... pois
a virtude não os esqueceu.
A luz do céu apagou
a virtude dos malvados , onde
a cada dia e cada noite sempre
haverá imensa escuridão.
Ademir o poeta.
A Volta da Razão.
Passo para ti o jogo
desta .
- minha ternura
- minha salvação
- meu coração.
Pois de agora em diante
coloco esta minha vida em
tuas delicadas mãos.
Já subi montanhas
- a procura do nada
- pois minha mente é
lenta e devagar.
- ando descalço para sentir
o queimar deste
chão.
- Meu extinto me alegra
quando sinto tua feição.
- Não posso negar que estou
a procura de uma perfeição.
- me deixa louco, e por isso
passo para ti , o jogo
deste corpo.
- E no cair da pedras em minha
cabeça , me sinto com dor.
- mas posso voltar com toda
minha razão.
Ademir o poeta.
A voz do samba.
Não esqueças de minha juras
de amores eternos...
pois dizes que vai embora e
nunca voltará mais.
Não olhes para mim assim...
pois minha vida terá um
fim : não sei porque você
não gosta mais de falar
de amor e juras que
costumavas falar assim...
Meu amor começa ao amanhecer
e termina ao anoitecer, quando
tu não estavas mais lá. já
o samba termina nesta noite :
sem teu dançar e teu cantar.
Ademir o poeta.
Alegrias da alma.
Respiro o ar que vem
para minha alma
profundamente e sinta
o frescor do dia amanhecendo.
Ame a deus constantemente
palavras ditas não esquecidas, pelas
mãos de um poeta estremecido
por sua crença.
Adormece a lua e nasce o sol,
minha esperança é ter
você ao meu lado e viver.
Adormece meu corpo e
teu corpo, onde nascem meus
teus sonhos , para vivermos
nossos dias de muitas alegrias.
Ademir o poeta.
Alta tensão.
A Solidão faz sentir
vertigens. Sente-se arritimias
no coração.
Faz o corpo adoecer
a mente escurecer em
pleno amanhecer.
Ela ( A solidão ) nos faz
caminhar sem rumos.
Sem destino o corpo
atinge o auge do abandono.
Abandono ( este ) de
espirito e solidão.
Então esta doentia expansão
( da solidão )
nos traz sofrimentos em
alta tensão.
Ademir o poeta.
Amargura de viver.
Eu preciso de alguém ao meu
lado , para fazer desaparecer esta infinita
amargura e mal estar.
De ignorância perante uma mulher
minha desorientação mental
mes faz sofrer.
Mas me faz ser ignorante
e me cria raivas que jamais
pensei em acontcer.
Eu preciso de alguém ao meu
lado, para apaziguar minha
alma e meu ser.
Ademir o poeta.
Amor Estrelar.
Por mil vezes sinto
no ar o cheiro
do teu corpo nu
em noites de fortes verões.
Por desejo , sinto uma
paixão violenta
cruzando o espaço
sideral a caminho deste
cansado coração.
E fico andando no
paraíso , onde os sonhos
vagam no ar. como
uma bomba forte a qualquer
momento detonar.
Assim é o amor estrelar.
Ademir o poeta.
Amor humano.
O mistério do amor humano
está na aceitação de confiança do parceiro...
Os olhos brilham o coração
dispara e o respeito mutuo sente-se
no abraço com seus desejos.
O beijo nos olhos - na boca - na face
deslumbram todo o corpo.
E o mistério se acaba , quando vão
viverem juntos . Todas as janelas do
mundo se abrem com o cheiro de flores
desconhecidas pelo propio ser humano.
Então não descarte os batimentos
de teu coração em um amor , que
será por certo eterno.
Ademir o poeta.
Anjos Pintores.
Minha existência
depende das cores do céu...
Se é azul -
Sou um cavalheiro.
Se é carregado de negras
nuvens -
sou um mal conselheiro.
Mas! se é vermelho
- me torno um guerreiro.
E por isso que me
sempre procuro ser verdadeiro.
Cheio de incertezas e de alegrias
e de tristezas.
Pois o meu existir
sempre depende das cores : que
nos céus de todos os dias são decoradas ;
por seres angelicais , que em nossa
terra num passado bem remoto viveram.
Ademir o poeta.
Ansiedade.
Minha ansiedade é de fazer chorar
tudo me atinge... tudo me faz sofrer...
tudo me faz um mal querer.
O sofrimento que atinge minha alma
de corroer um coração.
Meu corpo se desfaz em pedaços
me divide nas minhas eternas
solidões.
Pois caminhando pelos vales de
minha sofridão , sinto um vale de
correntezas de rios que não desaguam
nos mares : e sim criam uma imensa
lagoa onde dormem as grandes
criaturas que nos traz muitas
lembranças dos terriveis e grandes
dragões.
Assim é minha ansiedade de criações
inimagináveis , onde habitam tantos
seres que vivem nas escuridões.
Ademir o poeta.
Antepassados .
Quando ouço meus antepassados
meus olhos lacrimejam de saudades.
oh. Israel - 0h. Adonai.
me proteja - daime vossa graça
neste dia que antecede o sabath
enche-me de vossa glória
pois meu corpo está cansado
de tanto lutar em segredo
por vosso nome ... me perseguem
as solidões - daime uma esposa
judia , com amor no coração
e no belo corpo carnal.
Apesar de ser não sabedor de
sua sabedoria oro todos os dias
para que aceite com teu
eterno amor.
Ademir o poeta.
Antigas Tradições.
Minha grande preocupação
é o que vai acontecer com meu
corpo e meu coração.
Após tantas escritas e lamentações.
Não reconhecidas como poemas
ou poesias de grande aceitações.
Todo ser humano tem uma ou mais vocações
eu passei por várias ... até reconhecer
a minha , que é a escrita por desejo
e esta é a forjada em minha mente:
é um dom.
Minha alegria será receber comentários
de colegas de várias nações.
Como também os faço em grandes
proporções .
O que está escrito e forjado em letras
ajuntadas em palavras de pura
e simples dedicação.
Estes poemas e poesias não escritos
como as antigas tradições.
Ademir o poeta.
Antigas visões.
Saudosos os tempos que
se foram, morreram
no meu peito , dilacerando
meu corpo - coração.
Os amigos antigos se
transformam em saudades
e solidões.
Nada modifica um passado
onde antes tinha casas
agora são baldios quintaes.
Saudosos os tempos que
se foram , minhas viagens
cessaram , as belas montanhas
com as cachoeiras eternas- e
os campos floridos passaram.
Mas minha mente as sentem
no corpo - coração - e em
minhas visões.
Ademir o poeta.
As cores de minha flores.
Passo os dias a olhar
as flores... tudo de uma cor
somente: então coloco
uma pedra Azul no
canteiro, e elas
amanhecem com várias
cores.
Do meu coração.
Da minha pele.
Dos meus olhos
Da minha boca
...e vem este grito...
Olá meus amores.
Ademir o poeta.
As flores oferecem a face.
Qual amor que em flores
se oferece , em mãos de quem
as merecem , nascem das palavras
ditas em dias que não estão
muito bem claros .
Estão escuros para serem
recebidas por mãos que
não a merecem.
Meu amor que palavras ditas se
transformam em flores
na sua face , para que eu a beije
e sinta o cheiro de amar em
teu suor que em tuas mãos nascem.
Ademir o poeta.
Azul
Azul para que te quero
azul...
se o céu eterno ilumina minha
cidade , e dela azulando toda
castidade da inocentes
crianças... que alegremente
brincam , nos parques e
seus maravilhosos jardins
de meu país.
Azul para que te quero
tanto azul.
Pois não quero outra cor
se o ventos do norte sopram
em direção ao sul.
Do Iapóque ao Juí .
Azul meu eterno azul brilhe
sempre nos céus de
nosso Brasil.
Ademir o Poeta.
Brilhante esmeralda.
Esta noite é uma brilhante
esmeralda que baila em céu carregado
de estrelas , e em meus olhos
observo o amor florescer entre
os jovens... são as memórias de
um passado não muito distante desta humanidade
em que eu cresci e aprendi o que é
o verdadeiro amar.
Esta noite é uma brilhante
estrela que carrega em seu brilho os
olhos da lua a flamejar raios de
intensidade para iluminar todo
o mundo , com sua verdadeira paz.
Ademir o poeta.
Casa tumular.
Se um dia do tempo
que não sei ...
não mais meu corpo
vivo estar !
Quero que estejas comigo
de mãos dadas para me ajudar.
Ajudar a aceitar o corpo
não vivo a ser levado...
para o silêncio total, onde
sei que nunca deixarei de
te amar e gostar.
Meu pedaço de chão escuro
minha casa tumular... até
o esquecido corpo pela
morte : nunca mais volar.
Ademir o poeta.
Ciúmes de Deus.
Meu corpo todo treme
quando te vê.
Meu coração é rápido
em tristeza.
Meus olhos morrem
na tua ausência.
Me sinto sem o viver.
Pois toda tristeza vem do
que pensa a mente.
Vem toda a alegria de nosso
corpo que insiste em plenamente
sempre viver.
E Toda morte vem da crença
em um deus onipotente
que guarda a vida para ele
por ciúmes de meu
alegre entardeçer.
Ademir o poeta.
Compreensão.
Estou amargurado por não
ter uma compreensão que tu
tens pela humanidade.
Na minha cidade alguns se
cumprimentam outros
não dão atenção devida
a um cidadão.
Estou amargurado por não ter
um poema que fala abertamente
sobre essa situação.
Mesmo assim cumprimento
com cortesia todos
os que por mim passam em silencio
sepulcral , minha visão de mundo
é diferente da tua , mas sou feliz por
estar ao teu lado ... sempre que
que estou em desilusão.
Ademir o poeta.
Corpo - carne - espírito .
Todo meu corpo é sangue
toda minha carne é águas
todo o meu ser é espirito vagante.
Portanto caminho por estradas
onde o sol se esconde.
Atras da lua .
Em campos florestais :
- por sangue
- por carnes
- por águas
muitos claras e verdejantes.
E este sol finalmente
aparece beijando a face
de uma terra ardente e latejante.
Ademir o poeta.
Corpo Sagrado.
Todos os dias de minha vida
sempre voltei para casa sozinho...
Saia de meu trabalho pegava um
ônibus , lotado e cansado
ficava em pé todo o trajeto .
Nunca fui observado por uma mulher
e ficava magoado.
No meu bairro , tinha amigas e amigos
pois éramos todos jovens ... e não tinhâmos
malicia do desejo , pois se tratava de um pecado.
nos sábados ia com eles passear na praia
o que fazia de bom grado.
Lá esperava o dia amanhecer , somente
para ver chiar do sol nas águas brotando
como labaredas de fogo.
E Até os dias de hoje , continuo a sentir
a solidão de um corpo sagrado.
Ademir o poeta.
Dedicado a Michael Bennet.
Nesta manhã de esperança ouço
músicas de Michael Bennet , é uma
sangria de nossa alma e de nosso coração.
É um sentimento de volta para casa
de volta ao passado , e das crianças
que se lembram de um avô que vive
cantando nas estradas da vida.
E de uma guitarra que vive nas cordas
de um aço vibrante ao toque de suas
velhas mãos.
Saudades ... Saudades... de um tempo
que volta através de suas lindas
letras e belas canções.
Ademir o Poeta.
Deixe o tempo passar.
Deixe meu peito se abrir perante
a ti , pois ele palpita junto com
meu coração de amor .
Deixe eu brindar sua beleza
perante a lua que já o tempo
está a escurecer.
Deixe meu peito se abrir perante
qualquer caminho e que passemos
aos nossos olhos o dia começar
a amanhecer.
E junto a este mar de areias
tão milagrosamente brancas...
juro meu amor eterno por teu
corpo de pura paixão.
Deixe o tempo parar , que nunca
escureça e amanheça para
o nosso eterno amar.
Ademir o poeta.
Dia dos Namorados.
Quisera eu... ter o privilégio
de receber um flor , neste
dia tão especial.
Quisera eu ter o privilégio
de ter tuas mãos me abraçando
e dizendo te amo.
Quisera eu... ter o privilégio
de receber um beijo teu
de supressa e dizer ... meu
amor dance comigo esta
bela canção.
Siga-me neste sonhos : todos
os que tem uma bela paixão.
( UM BELO EXEMPLAR DE GIRAS-SOL )
Agora entrego eu em tuas delicadas
mãos.
Ademir o poeta.
Doce vida.
Ando a procurar
a doce vida...
mas ela se nega a me
encontrar.
Corpo com desejo
da felicidade a ferver
no sangue , mas ela
se nega.
Ando a procurar o
amargo da vida, esta
sim ... foi facil
para me dilacerar.
Agora com
muita tristeza, procuro
pelas águas profundas
para mergulhar e sonhar.
Ademir o poeta.
Elohim.
Elohim / Elohim / Elohim
Criaste em mim a verdade de um homem
colocaste em minha mente
um sinal de destruição.
Não me abandones no deserto
desta imensa aflição.
Sou um homem comum
que vagueira pelo rios e mares
desta nação.
Não me aflijas com decandência
deixadas por antepasssados
que foram maus e ruins .
Elohim / Elohim / Elohim
Tua és meus senhor único e verdadeiro
arrebata-me da mente as coisas
más de meu coração.
Amem.
Ademir o poeta.
Espaço Sideral.
Que minha escrita vague pelo
espaço sideral eternamente... por isso
não sofro dores e lamentos.
Melhor é que viagem assim , do que
mal interpretadas por alguém .
Somente falo o que sinto na alma e no
espirito meu . Todos amores que
sito foi fato de realidades e fantasias
de uma mente que se desdobra
para escrever os momentos em
que vivi. Que minha escrita vagueie
para sempre no além.
Ademir o poeta.
Estrela da paixão.
Deixe-me lutar meu amado
coração... pois minha eternidade
ainda está longe de acontecer, porem
nunca me abandone meu amor.
Ouça a voz do anjo , que encobre toda
esta madrugada ...Venha...Venha... a mim toda
alma sofrida , toda ferida , que cambaleia
pelas ruas de solidões.
Não me digas adeus, neste momento : pois
minha alma pertence a deus : é a estrela
que caiu bem perto de meu corpo -
me transformando em luz eterna
para viver esta grande paixão.
Ademir o poeta.
Estrela Guia.
Bem na sombra da noite ,
caminho pelo deserto desta
minha alma... que desesperada procura
uma estrela guia > que me
suportaçe.
Suportaçe meus pensamentos
meus desencontros nas areias ainda
quentes, deste corpo meu que
balançava > em uma quentura de
um verão que esta lua ainda
iluminava.
E bem na sombra da noite , observo
os fantasmas dos que sofreram
por amores que os abandonaram.
Suportaram desesperados uma
traição por muitos anos.
E agora tinham uma estrela guia
que os desejavam.
Enfim se resignaram e partiram
para as que o amavam.
Ademir o poeta.
Eternal .
Quando o anjo do senhor paira sobre esta
terra , é para julgar o certo e o errado.
tantos homens - mulheres - crianças -
que os pais devem saber educa-las
para que o nome de Adonai seja para
sempre louvado.
Bendito seja as criaturas de meu senhor
diz o anjo ... tão gigantesco é teu corpo
que cobre a lua e o maior de todos : o sol.
E a escuridão não vão assusta-los
pois a glória do senhor está
com ele e a terra viverá em plena paz.
Eternal - Adonai. seja sempre
vossos pais.
Ademir o poeta.
Existência molecular.
Não sou um homem
além de meu corpo... sou uma
carne que ocupa um espaço
onde outro não pode ocupar.
Não sou bonito ou rico
não viajo muito... mas
vivo sempre entre as nuvens.
Com chuvas e ventos e
calor , sou o mesmo
ocupo meu lugar neste mundo.
Assim como eu , existem
bilhões de criaturas... que outras
não podem de maneira alguma
ocuparem sua existência molecular.
Ademeir o poeta.
Fauna.
A fauna do amor é de
grande proporções, nelas se
encontram
- os belos animais
- as belas plantas
- que dão belas flores.
O amor habita a tudo e
a todos :
- os seres vivos
- rastejantes
- andantes
- alados
A criação é um sopro da
imaculada força - determinação.
Pois a terra também sente
no parto , suas fortes dores.
Ademir o poeta.
Feliz Aniversário.
Feliz o dia de teu
nascimento, de
seu primeiro choro. Nos
braços de sua mãe.
Feliz do dia da sua
existência, que alegram
todos a tua volta.
com felicidades dos inoccentes.
Feliz a tua beleza.
feliz é o teu andar.
a tua meiguice
onde sempre brilhará.
E por fim feliz é teu
aniversário... que fazem
todos a tua volta te amar.
Ademir o poeta.
Fogo sem calor.
Olhei os olhos dela como
pinturas de uma aquarela me
declarando eterno amor.
Me sinto uma estrela navegando
rente ao mar.
Beijando as águas , onde nadam
os corpos das donzelas.
Olhando os olhos dela
que faiscavam, como um fogo
sem calor - fico a pensar ! como
posso um quadro desse jeito
pintado rejeitar.
Ademir o poeta.
Igarapés.
Deixe estar...
que as ondas do mar
te molhe da cabeça
aos teus pés.
Deixe que...
eu te abrace o corpo
todo, como esta maré.
Deixe teus seios , na
areias escondidos para
que deites nos igarapés.
Seja para mim amor eterno,
enquanto durar.
Enfeites a claridade
deste dia , nesta nova
realidade. Seja por nosso
amor a viver e morrer.
Onde nunca haverá maldades
Ademir o poeta.
Jerusalem .
Ohhhh. Jerusalem como choro sua
guarda de Jacob ... já tens os anjos
de Abraão - Isaac - David - e a
sabedoria de Salomão.
Ohhhh. Israel , de sua proteção não
caia por vingança de Adonai os
transgressores de suas leis.
Não sofras as tuas virgens nas
muralhas derrubadas nos campos
de batalha das épocas antigas.
Ohhhhh. Jerusalem / Israel / sobre
tua proteção caia os inimigos
pois o Senhor será tua salvação.
IHWH - AMEM .
Ademir o poeta.
Juventude Eterna.
Antes do amanhecer
na penumbra do
do dia conheci você.
O desejo da juventude
eterna, não ocorreu...
deixei o tempo passar que
não conheci jamais.
Agora lamento o
corpo cansado , o mundo
arrasado ... pois
tudo morreu.
Sinto falta do dia no
corpo. pois este homem
nunca esmorecceu.
Ademir o poeta.
Lamentos
Não é fácil viver
nesta terra. onde temos
tantos problemas:
- no trabalho
- no amor
- quase que não aguento.
Meu corpo fica em
estado de alerta.
Meus olhos choram
minhas pernas tremem ,
quase que não me sustento.
Não é fácil viver -
viver nesta terra.
Meus braços se levantam e
abrindo os dedos em V , pois
somente assim não lamento.
Ademir o poeta.
Lua a chorar.
Me esquente o corpo amor
pois está frio aqui nestas ruas de solidões
Não me abandones nesta madrugada
pois a lua está a chorar.
Sinto o teu corpo para que
não me deixe cair nas ruas desta cidade
onde a lua passa bem devagar.
Meus olhos são para
você , meu amor está seguindo teu
perfume que deixas no ar.
Quero dançar contigo nas ruas
e gritar mi amor estou muito apaixonado
por tua vida perfumada de flores
diversas que caem dos céus , onde
nossa lua está a chorar.
Ademir o poeta.
Mágicas.
Qual os momentos de mágicas
terei que passar para ter você
esta noite ... qual momentos
de aventura terei que fazer
para estar no seu coração
antes de tu partir.
Uma aventura de estar no meio de
uma multidão e desaparecer
em mágicas que não sei fazer.
Então venha para mim e diga
o que preciso , para conquistar
uma linda mulher , que vai embora
sem se despedir .
Me de tuas mãos que iremos
juntos nos conhecer e viveremos
nosso momento de prazer.
Ademir o poeta.
Mente e corpo.
A bem do meu dizeres
viver no inferno da mente...
não é nada bom .
Somente tem resultados
bons : quando tu mistura
o mesmo com os céus de anjos.
Tudo está dentro do corpo
ele é que manda e desmanda nossos
céus e nossos infernos.
Esta tudo escrito dentro de minha
mente e de meu corpo , que agem
conforme meus medicamentos.
Ademir o poeta.
Mentes Sofridas.
Minha vida é uma solidão
constante... vivo a meditar tantas
vidas que vivem das mesma
maneira.
Não somos covardes , somos a rejeição
de uma sociedade cheia de preconceitos , que nos
veem como pessoas estranhas , pois queremos
um amor lindo - que sai de dentro de nosso
sofrido coração.
E nossas caminhadas pelas noites
se tornam frequentes ... caindo pelas
ruelas escuras e chuvosas em imenso
apagão de memórias.
Minha vida não se apaga no finalmente :
porque tenho esperança de encontrar no amor
que existe no mundo não é passageiro ,
e sim permanente nas mentes
dos que sofrem de solidões.
Ademir o poeta.
Mês de Abril.
Perdoa-me amor por partir
sem te dizer adeus ...
Pois meu coração se quebrou
em duas partes , uma para esta
lua brilhante e outra parte para grandes
estrelas a brilharem.
Ai amor me perdoa neste mês
de abril que se começa com meu
corpo a sentir o teu .
Perdoa-me amor por partir
sem te dizer adeus...
Tu és uma bela mulher morena
que canta com uma voz de anjo vindo
dos sete céus.
Então saio de tua vida devagarinho :
para que não sintas as dores
que me seguiu.
Ademir o poeta.
Meu bem querer.
Se hoje vejo sol raiar...
é porque teus olhos
fixavam meus olhares.
Ando a procura do hoje
onde as nuvens fecham o
céu em vermelho e azul.
Se hoje vejo o sol raiar...
é porque o sol
nasceu em parto teu.
Meu amor por ti
nunca morreu, até nos
sonhos és meu bem
querer , minha vida
meu todo ser.
E este amor
jamais será esquecido.
Ademir o poeta.
Meus Sentidos.
Meus sentidos são todos para
você meu amor... minha vida
está e torno de ti , de teu cheiro , de
teu abraço e que teu corpo
me traz no peito muito calor.
Minha caminhada que está a procura
de tua dor de abandono , me faz
chorar por tu.
Meu sentidos são todos para
você meu amor... tudo o que faço
tudo em que trabalho e por
amar tanto teu sereno corpo e teu
sereno olhos , que me faz sentir
um homem forte - para lutar -
para viver um sonho de eterno
amor.
Ademir o poeta.
Minha não existência.
Meu bom viver
é de loucura, que se desnuda
como uma criança e todos
me beijam com ternura.
Alcanço alegria nas coisas
simples, mas choro nas
minhas travessuras.
Abraço a mim mesmo
em extasse corporal
de meu coração , que se lança
ao vazio da minha loucura
sem perdão ... me joga ao chão
me fazendo dores pelas
minhas travessuras.
E hoje nada existe de um
remoto passado... a não ser
meus ossos , que levam minha
carne escura; e minha vida parece que
nunca existiu. oh... morte me
faça ser um vazio nesta noite
que me é tão escura.
Ademir o poeta.
Mundo Exterior.
Expressionismo -
No caso meu espirito olha
o mundo exterior de uma
árvore e um lago.
Neste caso meu espirito o diz ! águas
no meio de meu olhar
madeira antigas atingindo seu explendor.
Impressionismo -
A inspiração vem do meu mundo
exterior que no caso é escritor,
Eis minha frente uma árvore
de carvalho tão antiga e bela
fazendo sombras ao lago de um
mundo exterior.
Assim faço minhas obras de artes
na mente de um escritor.
Ademir o poeta.
Mundo Imaginário da Beleza.
Minhas dores mentais são tantas
que me levam a passear pelo
mundo imaginário da beleza ;
onde não existem tal grandeza : de
um sonhador da pura verdade ,
que se torna uma realidade a bel prazer
de quem as leem.
Minha capacidade de escrita é limitada
ao meu entendimento intelectual.
Minhas dores mentais são tantas
que me viro ao averso de um corpo
humano sem desprezo.
Esta minha verdade me doe no fundo
de meu coração , pois não sei onde
depositar tamanha imaginação.
O que digo é veracidade... queiram acreditar
ou não , este mundo em que vivo de
fantasias , que ao adormecer tenho
pesadelos horriveis : e acordo gritando
de dores nos olhos e nos ossos de
um corpo já cansado de tanta tentação.
Pois então eu preciso escrever , para me
sentir útil ao meu ego de poeta -escritor.
Queiram - Acreditar - Ou não .
Ademir o poeta.
Muros de cacos de vidro.
Meu querido pássaro
ferido, quando pus as mãos
em seu corpinho.
(senti respiro de vida)
coloquei bem devagar
na janela , pois ainda o sol
raiava neste dia em que
foste ferido.
Ferido por estas laminas de
puro vidro, que ainda
persistem em colocar nos
muros das casas e vocês fazem
teus ninhos.
Mas neste dia de um amanhecer
voaste muito baixo e fostes
mortalmente atingido.
( ADEUS MEU QUERIDO )
Ademir o poeta.
Não Somos mais mortais.
Livra-me ó anjo das
montanhas aladas, onde mora
o amor eterno.
Livra-me anjo de uma
morte onde mora a eternidade.
Livra-me dos pecados da má sorte.
E seja eu um ser humano ou
seja um animal...
Agradeço a Deus por ser igual...
a você o meu ideal.
Pois tudo voltou como
era D'antes o tempo pavoroso
que já passou , pois não somos
mais mortais.
Ademir o poeta.
O Cadaver.
Vou navegar o passado
para ver o que construí de melhor...
por mais que eu tente nunca
produzi nada > além de minha
imaginação.
Me verte pelo sangue o ato de ouvir
sempre trabalhe por amor ... e de empregado
durante sessenta anos , minha vida nunca
mudou.
Sinto no coração uma tristeza sem limite
sinto-me como uma barata , que existe no mundo
a milhares de anos , e sobreviveu a várias
catástrofes neste mundo de muita
procriação.
Vou navegar para o futuro, e agora
vejo , meu cadaver ser estudado
por estudantes que nem querem saber
a quem pertenceu.
Meu amor foi-se embora no trabalho
e em meus ossos que se derretem
para estudos nas universidades
desta nação.
Ademir o poeta.
O Caderno.
Na cadeira repousa
uma folha em branco
de um caderno , querendo
escrever para ti
mas não consigo.
Pois minhas mãos
tremem, minha mente
está no vazio... de um
universo , onde as estrelas
estão ainda incandecentes.
Na cadeira repousa
agora uma folha cheia de
palavras ... agora em versos
tão ardentes , que me entrego
a ti minha querida como
um eterno amante.
Um amante das estrelas
- da lua que cruza
- este céu a todo instante.
Ademir o poeta.
O Diário de um Cadáver - parte dois.
I write, I describe, I
miss the damned cachaça, going down
the throats of these
damned ones: drinking
my body, in my
death.
Only one thing makes me
happy... the papaya tree
bearing its small fruits
in the middle of winter and without
fog.
And they continue drinking
the dead man
whole. And that is the end
of my burial - listening
to the songs of the great kiskadees
in the middle of a
Friday afternoon.
Ademir o poeta.
O Diário de um Cadáver. parte um.
Escrevo - descrevo
- sinto falta da minha vida,
- no meu enterro , estou
todo colorido com rosas de papeis
em azul e vermelho.
Continuo escrevendo meu
presente , da vida que levo:
- bebendo demais
-xingando demais
- palavras duras contra
os meus pais.
- Caindo pelas sargêtas
- vomitando palavras
contra meus anscentrais
- Este é o lamento !
pois não gosto de rosas de
papeis coloridos.
- Gosto de arranjo de
flores dos campos
- pois lá é que
estou sendo velado.
Ademir o poeta.
O Doloso.
As vozes que ouço
são de anjos...
me avisam do perigo
que corro. E por
isso ando sempre com eles
em namoro.
De mãos dadas, os vejo
e imploro > por meus
amigos e desconhecidos
desta terra em que todos
pedem socorro.
E digo-lhes todos
os dias por linguangem
celestiais > meu coração
esta enorme > então me
perdoe .
( ASSINADO UM AMIGO DOLOROSO )
Ademir o poeta.
O Esquecimento.
Onde está a palavra que
depositei meu amor por você...
Estou me esquecendo a cada dia que
passa , meus sentimentos
estão sumindo da minha mente
como águas correntes : de um
grande rio que não para de percorrer
toda a terra por mim conhecida.
E agora não sei o que será de mim
sem meus amores tão alegres - agora
estão a morrer e eu estou ficando
sofrido.
Ademir o poeta.
O Galo Cantador.
I know where the rooster
crows... high up in a house,
namely: on the roof. And why!!!
He strives so hard for his
crowing to be understood.
He knows that dawn
is slowly approaching, and knowing
his origins, he crows in a peal,
waiting for the sun to rise.
So I make his crowing
my direction... and I strive
so hard so that my verses
are understood.
So I know well the direction of my
poetry – poems – is for
the roosters of the whole world
to understand me.
Ademir the poet.
O homem vermelho.
Antes de morrer
o homem vermelho
cruzou os sete mares.
Viu o céu clarear e o
mundo escurecer.
Mergulhou nos grande
oceanos, viu as baleias
e tubarões sendo mortos
por grandes arpões.
Antes de o mesmo
ver a eternidade.
Ele sangrou seu própio
coração, e até o fundo
do mar seu corpo : se
afundou e desapareceu.
Ademir o poeta.
O Livro da Vida.
As manhãs são os de
uma vida, que destemida
acorda para uma luta
do dia a dia.
Lembro-me de sonhos
muitos queridos, onde
caminhava sobre as águas
toda colorida.
As manhãs são o acordar
de um sono profundo;
onde a dor do mundo principia.
A dor da pobreza
- da fome
- da velhice
que te consome
durante um único dia.
As manhãs por fim ;
chega rápida na calçada
deitado. O homem.
E ao seu lado o livro da
Vida. A Thorá.
Ademir o poeta.
O Louco.
Andam dizendo por
ai que sou louco...
- Louco de viver
a vida, somente pensando
em você.
Minha vivência me
diz ... qua ainda não
estou louco para isso acontecer.
Andam dizendo por
ai que sou um louco : por
sempre sentir um enorme
prazer em sofrer.
Mas meu amor é pela nova
vida que ha de vir : em
Cristo nosso senhor.
E feliz hei de viver.
Ademir o poeta.
O Tempo de plantar e de colher.
A tempos em que a vida vive
a sorrir para nós.
A tempos de tristezas.
A tempos de plantarmos
e tempo de colher.
Recolhemos o bem que
oferecemos a terra...
Este é o maior dos prazeres.
de sentirmos nos nossos corações
a alegria de viver.
A tempos de tristezas
quando plantamos na terra
o mal , e ela vai nos retribuir do
mesmo jeito ... atingindo no viver
de nosso corpo e alma : a dura
vida que nos vae endurecer.
E nos fazer sofrer , em retribuição
ao nosso mal querer. E Isso penso
eu em todas > profissões .
A reciprocidade do mal com o mal
do bem com o bem > e nos fazendo
com o tempo que passa depressa :
nos depreciar e envelhecer.
Ademir o poeta.
O Terrorismo
Analogia de uma mente
perigosa...
Ela pode até ser feita
em prosa/
Mas o que veio da
infância , faz parte da interna
reação dos homens de agora/
Não importa até que ponto
uma criatura humana pode
suportar em sua mente
informações , que para ele
foram muitas danosas/
Ao seu humano corpo e
a sua mente robotizou... e
tragou o fogo do mal em
plena execução/
Pois ela ferveu
derreteu
e esta mesma virou uma
crimonosa.
Ademir o poeta.
Os fantasmas de nossas vidas.
Os fantasmas das angustias
dos corpos continuam...
meu coração palpita
de emoção quando te vejo nas
ruas de nosso bairro > tudo se
torna vulgar na minha visão ,
O Vento uiva nas portas
de nossas casas , e a chuva parece
que está virando tempestade de
granizo : em outros pontos
da cidade , e você não aparece
para se proteger ao meu lado.
Os fantasmas das angustias
de nossos corpos... agora
vivem momentos de terror, pois
teu clamor não me assusta mais >
Somos duas almas que percorrem
o universo com muitas dores
de perdidos amores.
Ademir o poeta.
Os Gigantes.
Hear me, oh sacred
Templars... I saw with these
eyes that the earth will devour for
eternity. *NEFILINS*
Gigantic men devouring the
smallest.
Angels fighting them with their
swords of fire, cutting off their
heads and turning them to dust.
Hear me, oh sacred ones of the
Temple of Solomon, the cries
of your people in agonies of death
for worshipping a GOD, omnipresent,
omnipotent, omniscient - they are at
least 25 meters tall
and their feet are so gigantic that
they could bring down a house. Adonai /
Adonai / Adonai / avenge our
graves. Amen.
Ademir the poet.
Os Sentidos
Meus ouvidos ouvem o som
da lua - quando caminho
no anoitecer nas ruas.
Ouvem o som do sol
ao nascer , e o chiado do mar
em que mergulho.
Meus olhos veem a cor da
terra ao som da lua.
Veem a cor do céu , no brilho
de um sol em vermelho.
Ouço a voz do peixes
em águas profundas.
Meu sentidos observa tudo
o que o mundo nos da e
nos oferecem.
Ademir o Poeta.
Para a mulher amada.
Para sempre serei sua
companhia... não se assuste
com minha imagem , pois ela já
foi bela como a sua - e agora estou
a dezenas de anos a fecundar
esta flor especial , a terra que a fez
brotar é muito vermelha , e nela vem
o perfume dos deuses para te glorificar.
Tu és tão linda que esta flor perante
a ti irá se multiplicar .
Teu reflexo nela permanecerá , pois
foi jurado por um amor eterno
sempre que tu precisares .
Siga o exemplo da dedicação do
Violoncelista ( PAGANINI ) uma obra
prima de criação estrelar.
Lembre-se sempre das rosas
vermelhas , quando estiverdes
em apuros > que elas te salvará , pois
nelas tem o perfume dos deuses
para te glorificar.
Ademir o poeta.
Passado - presente - futuro .
Eu não sei dizer porque
minha mente vai e volta... no
passado , presente , futuro.
As vezes penso que vou
enlouquecer ... desabo meu
pensamento nestas três vertentes
e vejo luzes , mais luzes piscando >
no passado observo o mundo se
criando , no presente observo as
pessoas diferentes , no futuro
observo um mundo imaginário sem
quaisquer poluentes.
As pessoas não tem bocas e nem
ouvidos ... suas pernas são longas
e são azuis como céu em sol
nascente.
Eu não sei dizer porque
minha mente vai e volta e se enrola
como uma serpente.
Ademir o poeta.
Perversidade.
Tem momentos que minha
maldade mental é tão
grande ... que me dá vontade
de me deixar levar por este
mundo de perversidade
e morrer devagar.
Me jogar de uma ponte , ou de
um carro e desfalecer para sempre
deste lugar ... que minha mente
ocupa. O mal estar da alma
vai morrer devagar nas
profundezas dos grandes mares.
Ademir o poeta.
Pobres e Ricos.
A minha grande dor é perceber
as dores dos outros...
Pois esta minha sabedoria vem
de ADONAI o senhor salvador.
Não sou adivinho e nem
consultor.
Sou apenas um homem que
lamenta o que acontece com
as criaturas humanas...
Elas se dividem entre pobres e ricos
com saúde e doença
com a vida e a morte
com maiores poderes de armas
e com as que não tem nada.
A minha grande dor e perceber
as dores dos outros...
As dos rejeitados
As dos envolvidos em assasinatos
que vão pagar pelos seus atos.
As que tiveram grandes amores
e que agora estão só e abandonados.
Ademir o poeta.
Poemas Livres.
Você já leu um livro
de poemas!!
São sagrados e arrematados
por mentes , onde habitam
anjos e arcanjos.
Os versos são livre como
o vento: que passam pelas
suas ruas silenciosas , abrindo
tuas janelas com um suave
ranger dos vidros ; colocando em
suas doces mentes.
Você já leu um livro de
poemas!!
Eles são tão livres que cruzam
todo o universo , como as
estrelas cadentes.
Ademir o poeta.
Pra lá e Pra cá .
Quantas e quantas vezes
eu digo ao meu corpo , para não
balançar... pra lá e pra cá
pois estou quase caindo de
tanto cansaço de te amar.
Minha cabeça dói de tanto te falar
não caia na rua pois estás só
e não tem ninguém para te ajudar.
Quantas e quantas palavras tenho que decorar
para te dizer não me abandones
pois estou a chorar.
Minha garganta dói por falta
de ar ... de gritar pare de balançar
meu corpo , pois estou a cair nas ruas que estou
agora a caminhar.
Meu coração chega a doer e rápido
fica a palpitar... com tanta ansiedade de te
encontrar logo , e te dizer : venhas me
abraçar.
Ademir o poeta.
Procriação.
Somente o silencio é capas de
apaziguar uma mente .
Somente o amor entre as pessoas
é capas de viver uma eterna paz.
Somente o prazer de sentir o nascer
de uma planta, nos da uma força de
prosseguirmos na vida( e procriar ).
Procriar a imensidão de nosso mundo
que a cada dia precisa de um novo
e brilhante raiar..
Pois até as florestas ao anoitecer , ficam
em silêncio ...mesmo com o som
das criações voando em pleno ar.
Ademir o poeta.
Renascimento.
Meu coração nunca morre
ele renasce a cada dia que amanhece...
meu saber da vida me faz
sorrir e sofrer , tudo ao mesmo
tempo, peço ao bom Deus que
me de forças para continuar a escrever.
Tudo sobre a vida ainda não consegui
aprender... sempre estou atento
ao que acontece ao mundo : quando
o mesmo faz seu propio amanhcer.
Eu não sei porque minhas poesias e poemas
não são são aceitos ... tudo que eles tem
são uma ignorância de uma vida
que esta em um entardecer.
\então meu coração merece morrer
e renascer para um novo amanhecer.
Ademir o poeta.
Scarlette Laine
Nesta noite minha vida mudou
viajei pelas estrelas do paraíso, onde
habitam seres de outras galáxias .
São lindos tem asas enormes
e coração a mostra , pois seus
corpos são transparentes.
e Seus amores ... são de mãos dadas
que sentem as emoções do gozo
eterno da vida : se transformando em
outras vidas.
Voam como pássaros e lutam contra
o mal que habitam nossa terra.
Nesta noite minha vida mudou
pois viajei pelas estrelas do paraíso
ouvindo Scarlette Laine , com sua voz
de anjo cantando o Blues.
Ademir o poeta.
Seis meses de escuridão.
Eu sei o quanto sofri
o quanto chorei , por amar demais
uma mulher ... que nunca me quis.
Tentei varias mulheres mas nada
e nunca consegui.
Resultado tomo medicamentos
até os dias de hoje .
Porque!! me sentia seguido
me sentia triste e com coração
acelerado por arritmias .
Minha cabeça pirou ... seis meses de
escuridão . por sentir várias
coisas ao mesmo tempo.
e muita paixão.
Eu sei o que sofri
o quanto definhei pelo corredores
de minha casa sem dormir.
Enfim escrevo o que sinto , se por
acaso alguém os ler , não sintam
pena de mim.
Ademir o poeta.
Servidão.
Meus olhos serão
tua visão...
onde caminho tu me
seguirás ; porque na falta
do sol em tua face >
nada te faltará.
Prometo que sempre
serei teu passos
nesta terra de total escuridão.
Prometo te servir na falta
de tua visão. e não será
um impedimento , para teu
corpo ver o grande
amor que tenho neste meu
coração. E sempre verás uma
mundo belo e cheio de grandes
ilusões.
Será escrito no teu corpo e em meu
corpo ... nossa grande paixão.
Ademir o poeta.
Sete céus e sete infernos.
Meu mundo não é desta
terra , ele vem das profundezas
do inferno. Quando estou calmo
vivo no céu ; mas quando estou com
raiva estou passando frio neste inverno.
Por isso ascendo uma fogueira que
me lembra as labaredas de uma
montanha em eterno fogo.
Posso matar qualquer um que me
desagrade nesta terra.
Minha vida é uma verdadeira
gangorra de de ir aos sete céus
e aos sete infernos . que me leva a tentar
matar qualquer um que me
irrita esta mente doente, sem
medicamentos e sem amor ao
próximo
por isso , que me transformei
neste ser humano , sem dó , que remói
as entranhas de minha alma e de meu
corpo até meus ossos .
( MEMÓRIAS DE UM LOUCO )
Ademir o poeta.
Sofridão.
Estou triste...
E não sei a razão, se é por
viver sozinho , ou minha saúde
que esta como as das flores...
caindo em solidão.
Minha respiração é ofegante
sinto no corpo uma lentidão.
Se é por viver sózinho
ou esta vida minha caminha
para uma sofridão.
Estas são as palavras de um
amigo { de longa data {
como um irmão.
Bem... as flores do jamboeiro
estão a cair, uma por uma
formando um tapete roseado no
nosso chão.
Ademir o poeta.
Um cigarro e uma taça de vinho.
Não desapareça de mim
veja para onde estou indo ... por favor
não me abandones, nesta noite
fria e tristonha.
Meu amor por ti chega a ponto
de me enlouquecer , não se esqueça
de mim , veja para onde estou indo
em direção a uma grande montanha.
Não desapareça de mim
pois meu amor por ti , está a me
fazer desaparecer entre grandes florestas
cheias de feras , que me querem devorar.
Porque se deixares de me procurar
não serei o mesmo... que tu amavas tanto
e simplesmente deixou de me amar.
Me procure por favor , traga-me cigarros
para me deixar mais alegre , e uma dose
de vinho para me acalmar.
Ademir o poeta.
Um dia de horror.
Minha mente está vazia onde
baratas e ratos passeia no meu imaginário.
No canto de meu quarto onde pedras
me sufocam neste calor:
vejo os caros buzinando com muito furor.
Um motorista xingando o outro
um transeunte correndo para não
ser atropelado... tudo parece que
estão vivendo o último dias de suas
vidas , minha nossa observo uma borboleta
pousando na janela de meu quarto
tão colorido que mais parecia
uma flor. Assim vou debruçado na
madeira da janela que está tão
quente , que arde meus braços e fico
desistindo a olhar os movimentos
dos humanos neste dia de horror.
Ademir o poeta.
Um dia especial.
Antes do dia começar
vamos bailar ; ao som
de uma música especial
de amar.
Como hoje é um dia
cheio de glórias ; vamos
ao teu jardim para o teu passear.
Fiques Alegre se do céu
vierem pétalas de rosas
amarelas para este teu delicado
andar.
Glorifique pois , o que vem
das nuvens brancas : neves
para teus pés esfriar... e sempre
se deliciar com este teu
modo angelical de amar.
Ademir o poeta.
Um fogo eterno.
Meu coração está em fogo eterno
muito me carrega o corpo
latejando meu sofrimento
pelas noites escuras do universo
protegendo as amarguras de
meus amores , que se foram para
sempre na minha memória
que falha a cada dia e reconhece
minha juventude de começo
ao fim de estrelas que iluminam
minha noite e dia todos os
habitantes desta terra.
Meu coração está em fogo eterno
não deixem que ele pare ... por
favor nesta minha luta eterna.
Ademir o poeta.
Um pequeno grande homem.
Quais ruas desta minha cidade
que nunca caminhei... principalmente
a noite , quando chovia por demais
e minhas lágrimas juntava-se a esta
água ... por tanta aflição.
Que eu dançava no meio das
ruas , onde antes bondes circulavam
faiscando os céus com eletricidade.
Me via sozinho , e este meu
coração palpitava , cheio de angustia
e muita solidão.
Agora que sou bastante adulto
me vejo circulando , em meio as
pequenas multidões.
Quais ruas desta minha cidade
que nunca caminhei... quando criança ,
quando adolescente , quando jovem ,
quando um pequeno grande homem despontava
para procurar amor.
Sempre sozinho, e este meu coração
palpitava de desiludido , por não achar uma delicada
mão , nestes últimos quarenta e oito anos
de muita orações.
Orientava minha mente para as boas
ações e minha vida nunca mudou.
Ademir o poeta.
Uma Janela para o céu.
In the bedroom
there is a large window to the sky, from where
eager eyes hide...
gazing at a small house and
a low stone wall.
Above the wall, an enormous, tall, dark granite... with beautiful white flowers
on its summit. In enormous quantities, like the sands of a beach. And these eager eyes on the paths of yellow quartz that shone on their faces when a full moon rose: your beautiful faces and your white skin... like the wildflowers on the granite summit, your veins carry blood in your hearts: like the great rivers on their paths to all the seas. They are children without pigmentation in their skin, the light of the days is suffering... but the light of the nights made by the moon is a gift from the gods in their lives. And they are happy in their small hut where there is only one large window. Ademir the poet.
Uma lágrima perdida.
Uma lágrima perdida
um sorriso escondido ... e todo
amor que sinto , vai para ti
minha adorada amada.
Vou te dizer o quanto te amo
quando uma lágrima perdida
caiu em meus ombros e me
senti totalmente perdido.
Dance comigo esta noite, quando
as estrelas brilham para nosso
doce explendor.
A lua vem crescendo bem rapidamente
e se torna nossa luminária
de sermos por destino traçado
minha eterna amante.
Ademir o poeta.
Uma Rosa.
Queria ser uma
rosa para ser colocada
nos seios teus.
Ser também colocada
nos lábios seus.
Queria se também um
buque de flores silvestres
para ficarem deitadas em
colo teu.
Queria ser pétalas de rosas
soltas no ar que respiras.
Enfim ser esta rosa, seria
uma eterna valsa para
os desejos meus.
Ademir o poeta.
Viva e mulher Brasileira.
A minha audição está
piorando .... mas minha vida ainda
é alegre , pois a mulher brasileira
e cheia de vida e de muita luta.
Meus olhos se clareiam
quando observa o andar de
uma jovem abrindo seu sorriso
para me cumprimentar.
É uma coisa rara mas as vezes acontece .
Meu coração se clareia e minha
alma que é amiga de Deus
agradece. toda virtude vem
delas que são morenas - louras -
negras - todas cheias de muita
vida e estão estudando e a trabalhar.
Ademir o poeta.
Yehudins.
Por favor salvem minha
caminhada pelo universo , onde
habitam todas as palavras de ADONAI
por favor salvem os anjos que o acompanham
pois minha dor é violenta e minha
luz ferve como fogo ardente.
Todos yehudins sejam dados
como oferendas aos todo poderoso
pois eles são o povo escolhido
e sempre vão estar na frente
de toda batalha contra o mal.
Viva para sempre toda terra
de ISRAEL/ ADONAI - nosso
salvador.
Ademir o poeta.