Muros de cacos de vidro.

Meu querido pássaro
ferido, quando pus as mãos
em seu corpinho.
(senti respiro de vida)
coloquei bem devagar
na janela , pois ainda o sol
raiava  neste dia em que
foste ferido.
Ferido por estas laminas de
puro vidro, que ainda
persistem em colocar nos
muros das casas e vocês fazem
teus ninhos.
Mas neste dia de um amanhecer
voaste muito baixo  e fostes 
mortalmente atingido.
( ADEUS MEU QUERIDO )

Ademir o poeta.

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