Jorge E. Leal

 

 

 

 

Eu confio em todo mundo,

Mas não confio no demônio,

Que habita aí por dentro, deles.

 

Pois com o tempo emergem neles,

Nesse horizonte do tempo babilônio,

Em um eterno sonho real e profundo.

 

Nenhum de vós está aí muito seguro,

Nem tampouco alguns entre nós,

Nesse templo em que máscaras caem.

 

De volta à cena da vida, carpe diem,

E seguindo desconfiado a trilha veloz,

A confiança foi abatida em ar puro.

 

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