Vícios na Sala
Jorge E. Leal
Eu confio em todo mundo,
Mas não confio no demônio,
Que habita aí por dentro, deles.
Pois com o tempo emergem neles,
Nesse horizonte do tempo babilônio,
Em um eterno sonho real e profundo.
Nenhum de vós está aí muito seguro,
Nem tampouco alguns entre nós,
Nesse templo em que máscaras caem.
De volta à cena da vida, carpe diem,
E seguindo desconfiado a trilha veloz,
A confiança foi abatida em ar puro.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
meu diário de sonhos
nenhuma anotação será descartada no tempo eu juro conjuro transmuto minha filha descobrirá minha presença em qualquer época há de se fort…
Kátia Surreal
o caldeirão da prática
antes de tudo pulei o muro de todas as leis fui às escuras pela solitária rua agora estou em casa com a minha caça enquanto fervem-se a …
Kátia Surreal
caminhar juntos
não importa a relação a quem se entrega as mãos nem o quanto seja ou não saudável quem convive sabe ou deveria há de trilhar por rotas ob…
Kátia Surreal
Os leões digladiando - 16/09/2026
Os leões estão-se digladiando
Assustadoramente o seu rugido,
Está de nós se aproximando
E no hipogeu pode ser …
Armando A. C. Garcia