Olinda e povo
Olinda e o povo
assim derramados
no peito da avenida
parecem cachoeira
de bemóis construídos
invenção do sentimento
do frevo como vida
Olinda e o povo
assim dançados
ladeiras que inventam
léguas de passos
assumem como sua
a paciência do tempo
em escorrer infinitos
no vão do calçamento
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Cotidiano
Na silenciosa garoa da madrugada, pode-se ouvir pelas frestas do silêncio, os passos desconcertados de uma criança, cujos pés encharcados…
A poesia de JRUnder
Mulheres apaixonadas.
Eu preciso que tudo de certo no que sente meu coração. O que sente minha companheira na hora que for pedi-la em casamento. Tenho a impre…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Flores e chocolates.
As vezes penso eu que o mundo mudou... Mas estou completamente enganado. Eu é que me transformei em um ser racional perante o espaço que…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
As tormentas da vida.
Todas as tormentas que saem da vida ... é porque nunca se ama - Eu não sou conhecido por essa particularidade , mas sim por adorar muito …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*