Jorge E. Leal

Vaidade e orgulho ao sonho agita,
A ira de um samurai cega essa luz.
Lasciva suruba, carne humana habita,
E
o código da lascívia luxúria seduz.

A avareza insana soma ao sorobã,
A preguiça que isola, o peito esfola.
A gula consome a amarga manhã,
A inveja nua nasce, uma queixa rola.

Olhando a gueixa de alma submissa,
O brilho da glória selvagem sucumbiu,
O kamikaze voa alto nessa premissa.

Que
erro humano é um bordel sublime,
Que o
tempo cobra e nada perdoa,viu?
Que o vazio pecado deixa o seu crime!

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