Banho de São João de Corumbá e Ladário
O meu brio encontra o seu,
ambos pantaneiros,
concedidos pelo nosso Deus:
vivemos tempos alvissareiros.
Durante a descida dos andores,
todos com beleza adornados,
os corações batendo feito tambores
ao som do cururu, todos animados.
Com as mãos mergulhando
São João no Rio Paraguai,
eu de Corumbá e você de Ladário,
o meu coração apaixonado,
morando contigo lado a lado.
Contigo não tem sido diferente:
estamos morando um no outro,
ainda protegidos de toda a gente,
esperando o dia certo para anunciar
que viveremos só de amor imparavelmente.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotação e Translação.
Estas palavras escritas , serão de pouca durabilidade se não forem lidas , sinto na mente a terra girar e meus olhos parecem rodopiar.…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Rotação e Translação.
Estas palavras escritas , serão de pouca durabilidade se não forem lidas , sinto na mente a terra girar e meus olhos parecem rodopiar.…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Girassóis de Inverno
Abre teus olhos para o mundo, ao longe do que não existe, do sol que, moribundo, se esconde, e cuja luz é, a cada dia, mais triste. Nada…
alexandre montalvan
Preocupações.
Eu mesmo não sei explicar toda a razão que me dá a vida para escrever tanto nestes últimos quatro anos . Somente a razão da mente pode me…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*