Tempestades II
Todos os corações dormem calmamente
quando as estrelas - com seus brilhos estão se
apagando- neste belo amanhecer de uma
madrugada - onde o sol impera sua grandeza.
Brilham pois - os grandes amores - que ainda
adormecidos por um sono de sonhos - tão
profundos se misturam aos cantares de todos
os grandes pássaros - com suas realezas.
Brilham pois os sons do inverno - que na
sua tormenta deixam os corpos - ainda entorpecidos
pelo vento vindo do sul - com violentas chuvas e
grandes tempestades .
E deixam um rastro de estragos - que somente
o tempo podem - aos humanos se dar ao
seus amargor de tantas lutas se recuperarem -
de tamanha e imensa dor.
Pois então - que todos os corpos - calmamente
durmam em sua plenitude de paz - que por enquanto
os ventos violentos do sul - com suas rempestades
de granizo não chegarem com tanto furor.
Ademir o poeta.
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