Clemência ...Não!
Jorge E. Leal
Nos canhões de Navarone se vai,
Apontar uma infância tão sofrida,
Ou se pela ponte do rio que Kwai,
Regatam uma época perdida.
Inocência de uma era querida,
Telas passadas nesta vida inteira,
Mazelas de uma família afligida,
Cenas de filme que talvez não queira.
Cicatrizes marcadas no coração,
Juventude que foi muito além,
Idiossincrasias dessa impressão.
Modus operandi desse status quo,
Data vênia a disciplina engendrei,
A contragosto de um ser iníquo.
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