Clemência ...Não!
Jorge E. Leal
Nos canhões de Navarone se vai,
Apontar uma infância tão sofrida,
Ou se pela ponte do rio que Kwai,
Regatam uma época perdida.
Inocência de uma era querida,
Telas passadas nesta vida inteira,
Mazelas de uma família afligida,
Cenas de filme que talvez não queira.
Cicatrizes marcadas no coração,
Juventude que foi muito além,
Idiossincrasias dessa impressão.
Modus operandi desse status quo,
Data vênia a disciplina engendrei,
A contragosto de um ser iníquo.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
PARIS !!! - 07/11/2026
PARIS !!! - 07/11/2026
Senti em ti, a amplitude da cidade Luz
Tua imponente Avenue des…
Armando A. C. Garcia
Fome de viver. II
Minha fome de viver é tão grande que a beleza do mundo avança dentro de mim. as vezes fico alegre - e fico também um pouco triste. Por …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Pela fé h
Pela fé
Sem fé é impossível agradar a Deus. Está é uma verdade das verdades mais importantes de toda a bíblia! E porque não, não …
Helder Duarte
Jovem
“ouve meus conselhos, jovem – se desejas ser feliz a sabença dos antigos vale mais que a própria alma diz de vinho e bardos, sim, do eni…
Kelvis