Visceral
O corpo sobe de contente ou desce por estafa
moído de silêncio pelo desgaste, essa haste
teima, com as luzes da ribalta no seu entorno
de escravo bem delineado pela estrutura.
Onde o amor morreu ? Em qual sarjeta jogado
o amor desvairado, e outros sem nada maior
do que um fio de esperança pagando dízimos.
Eis a roupa do corpo, rubra noção do que seja
pulsar, o amor é vermelho, às vezes, é pálido
o corpo social doente já de todo demente.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*