O corpo sobe de contente ou desce por estafa
moído de silêncio 
pelo desgaste, essa haste
teima, com as luzes da ribalta no seu entorno 
de escravo bem delineado pela estrutura.   

Onde o amor morreu ? Em qual sarjeta jogado

o amor desvairado, e outros sem nada maior
do que um fio de esperança pagando dízimos.

Eis a roupa do corpo, rubra noção do que seja
pulsar, 
o amor é vermelho, às vezes, é pálido
o corpo social doente já de todo demente.

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