No deserto das idéias – (soneto) - 15/08/2017  

No deserto das idéias, trago exausta

A minha efêmera coerência de vida,

No nervosismo duma ironia infausta

Na languidez de meu rosto estendida.

 

Na abstrusa confusão de sentimentos

Julgo ouvir toda a mágoa do mundo,

São pueris, porém, meus conhecimentos

Para aquilatar um brilho tão profundo.

 

Alucinações que pululam em minha mente

Que tateando nas trevas se encompridam,

Qual o rastejar da cauda duma serpente.

 

No deserto d’idéias, de anômala visão

No sentido da vista, sem que transgridam

Deste mundo o real, e sua concepção !

 

São Paulo, 15/08/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

No Facebook ou Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

Escritas.org

Usina de Letras

E canal do WhatsApp: Brisadapoesia

 

Direitos autorais registrados                                        

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.