Admito convicta que é um lindo

déjà-vu vê-lo no tempo da florada

generosa do Orgulho de Barbados,

abrindo comigo uma caixa enfeitada

e apreciando cartões de namorados

feitos por um misterioso marinheiro.

 

Há algo pleno em nós, raro e olvidado

nos dias de hoje: a crença firme 

de que o romantismo não está superado,

e que não nascemos para outro destino 

que não viver nos amando, lado a lado. 

 

Dizem que é preciso ter cuidado,

o coração está cunhado sem conseguir 

parar de te querer junto e gamado,

porque ama com o que há mais devotado.

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