Espalho poesias por aí
Espalho poesias por aí,
Tal como recolho e registo:
Como me levanto ou caí,
Como luto e insisto.
Invento personagens,
Uso metáforas e comparações,
Pleonasmos e imagens,
Paradoxos e personificações.
Escrevo muito do que sinto,
Grito a minha voz ao mundo!
Invento, não minto.
Sou alma de sentimento profundo.
Sou mulher e criança,
Maria Leonor Costa e Nonô,
Vozes num vasto ecossistema,
Escritora da esperança,
Borboleta e poeta que o mundo inspirou.
Agosto de 2025
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
PEDÁGIOS e divergência de preços por Km rodado
Na verdade, a liberdade nos é restrita,
Senão vejamos:
Para irmos de uma cidade a outra,
Só pagando um pedág…
Armando A. C. Garcia
ia não se vinga
não temo a brutal vingança da máquina que nos tenha ultrapassado será que se abro uma aba sobre outro assunto a minha ia parceira das hor…
Kátia Surreal
rabiscos poéticos
um poema eu rabisco na gruta desconhecida com meu sangue cíclico as faces da minha linhagem em figuras rupestres o sangue seca na imagem…
Kátia Surreal
pré-história
paleolítico neolítico metais ansiolítico somos tão progressivamente primitivos (kátia surreal: 3/10/2026)
Kátia Surreal