Escritas
PT — Português EN — English ES — Español
Iniciar sessão

Idioma

PT — Português EN — English ES — Español
Iniciar sessão
  1. Início
  2. Autores
  3. AurelioAquino
  4. Poemado

Poemado

Seguinte
Das larguras do tempo
AurelioAquino
AurelioAquino

nas ruas do verbo
o poema é praça
onde o poeta sonha
descansa a alma
ruminando o mundo
em sua plástica
o poeta cavalga
montado na palavra
os tempos do poema
ardem na mente
os pedaços de tanto
que o poeta sente

2 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.

Outros poemas de participantes

Colácora [Amanhã é longe] Amanhã é longe mas não redimirá  o quanto poderás ser ou não ser mas não digas nada, absortos não falam embora comam íleos e bebam teores… Darlan de Matos Cunha Ópera de Puccini. Nunca é tão tarde para sentir um amor - e também nunca é muito  cedo para sofrer decepções ... é como se ouvir uma árias de Puccini em um… Ademir D.Zanotelli *Poeta* Aquelas coisas todas, menos uma Sempre me dei conta daquelas coisas todas, menos de uma nem mais nem menos importante,  apenas é que acontece de ainda hoje eu me l… Darlan de Matos Cunha Fluxo A noite segue com seu fogo ou seu marasmo enquanto alguém diz amores e contradições na praça mal iluminada - ele também, parece que n… Darlan de Matos Cunha
AurelioAquino BR

AurelioAquino

1952-01-29 · Parahyba

Deixo-me estar nos verbos que consinto, os que me inventam, os que sempre sinto.

Reportar erro ou incorreção

Tipo de problema

Obrigado! O seu reporte foi enviado e será analisado.

Explorar

  • Poemas
  • Autores
  • Citações
  • Temas
  • Escolhas do Editor

Descobrir

  • Hoje
  • Movimentos Literários
  • Livros
  • Prémios
  • Dicionário

Comunidade

  • Portal
  • Membros
  • Livro de visitas

Escritas

  • Sobre Escritas.org
  • Ajuda
  • Contacte-nos
© 2026 Escritas