UMA FESTA
Atravé sda vidraça, manifesta-se a natureza
O vento agita as plantas, as árvores
Musicando para que dancem, e as flores
Os pássaros esvoaçam com leveza
O céu mostra nuances de branco e cinza
O casario branco e vermelho, contrasta as cores
A chuva tamborilando cada nota, e os amores
De vez em quando um clarão
E o ribombar do trovão
O solo embriaga-se de bebida
Derrama de cheio, correrem regatos
Afesta continua alta hora, destemida
Na euforia surgem desacatos
Até ue da folia o cansaço amoleça
E o sono caia, e sonho aconteça
07-03-2013Maria Antonieta Matos
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*