Cabras estúpidas, longe estão
Vacas parvas a mugir
O homem velho é cabrão
Da mulher que torna a vir
De longe, p’ra onde?
Não digas, está longe
O dia donde
Virão elas... Foge.
Para longe, foge
Outra vez dos parvos
Foge, foge.
Pretos vão os corvos
Não te deixes apanhar
Virão muitos, tantos, tantos
-acudam-me santos
Fujo p’ra outro lugar
Outro céu talvez
Outro azul, quem sabe?
Lá em cima vejo
Cá em baixo, bate
O sol que vem do alto
O sol que vem de cima
De cima a ave solta
Um grito que não volta
A acordar a menina
Dorme
Descalça,
Corre
Na dança,
Vive,
Diz-me
E descansa.
Mais poemas deste autor em www.jorgeaugusto.eu
Vacas parvas a mugir
O homem velho é cabrão
Da mulher que torna a vir
De longe, p’ra onde?
Não digas, está longe
O dia donde
Virão elas... Foge.
Para longe, foge
Outra vez dos parvos
Foge, foge.
Pretos vão os corvos
Não te deixes apanhar
Virão muitos, tantos, tantos
-acudam-me santos
Fujo p’ra outro lugar
Outro céu talvez
Outro azul, quem sabe?
Lá em cima vejo
Cá em baixo, bate
O sol que vem do alto
O sol que vem de cima
De cima a ave solta
Um grito que não volta
A acordar a menina
Dorme
Descalça,
Corre
Na dança,
Vive,
Diz-me
E descansa.
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