Nem Nada
Engulo novamente as lágrimas com os olhos,
Elas teimam em voltar a cair de novo.
Em ser choradas vezes sem conta.
Encontro a razão e não encontro nenhuma.
Sou feliz... muito feliz, mas tenho a infelicidade de ter, por outro lado, um buraco negro, parecido Com todos os outros, mas este dentro de mim.
Deveria ser um buraco muito feliz.
Eu amo... é tão bom!
Mas estando longe é tão difícil aguentar tal felicidade. Transcende-me e junta-se à saudade.
E à angústia frustrada que, ora vem, ora vai... mas nunca sai nem entra... de vez.
Hoje, como já por muitas outras vezes, penso outra vez em encontrar o caminho e acho que o mais difícil não é, nem procurar, nem encontrar.
Eu só gostava de saber exactamente o que procurar... e depois como fazê-lo,
Mas as luzes divinas - se por acaso alguma vez brilharam - não encontram razão nenhuma para me iluminar.
Iluminam mas eu não vejo.
Não vão parar as histórias inventadas, “ficcionadas”.
E eu quero-as, simplesmente, realizadas.
Mais poemas deste autor em www.jorgeaugusto.eu
Elas teimam em voltar a cair de novo.
Em ser choradas vezes sem conta.
Encontro a razão e não encontro nenhuma.
Sou feliz... muito feliz, mas tenho a infelicidade de ter, por outro lado, um buraco negro, parecido Com todos os outros, mas este dentro de mim.
Deveria ser um buraco muito feliz.
Eu amo... é tão bom!
Mas estando longe é tão difícil aguentar tal felicidade. Transcende-me e junta-se à saudade.
E à angústia frustrada que, ora vem, ora vai... mas nunca sai nem entra... de vez.
Hoje, como já por muitas outras vezes, penso outra vez em encontrar o caminho e acho que o mais difícil não é, nem procurar, nem encontrar.
Eu só gostava de saber exactamente o que procurar... e depois como fazê-lo,
Mas as luzes divinas - se por acaso alguma vez brilharam - não encontram razão nenhuma para me iluminar.
Iluminam mas eu não vejo.
Não vão parar as histórias inventadas, “ficcionadas”.
E eu quero-as, simplesmente, realizadas.
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