Ví(-te)cio
Vi-te sentada
À beira da praia
Na areia molhada
À beira do mar
Da praia salgada;
Vi-te molhada
Sentada na areia
Do mar salgado
À beira da praia
Sozinha a contar;
Vi-te na areia
À beira da água
Sozinha na praia
A secar a mágoa
Molhada do mar;
Vi-te sozinha
Sentada na praia
A contar baixinho
Estrelas da areia
Molhadas por ti;
Vi-te depois
Com estrelas salgadas
Tiradas da água
Contadas, molhadas
Choradas, por fim.
Mais poemas deste autor em www.jorgeaugusto.eu
À beira da praia
Na areia molhada
À beira do mar
Da praia salgada;
Vi-te molhada
Sentada na areia
Do mar salgado
À beira da praia
Sozinha a contar;
Vi-te na areia
À beira da água
Sozinha na praia
A secar a mágoa
Molhada do mar;
Vi-te sozinha
Sentada na praia
A contar baixinho
Estrelas da areia
Molhadas por ti;
Vi-te depois
Com estrelas salgadas
Tiradas da água
Contadas, molhadas
Choradas, por fim.
Mais poemas deste autor em www.jorgeaugusto.eu
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Findar
Faz tempo que ser imortal era curto E o pânico vestia-se dessa brevidade. Até que senti o quão frágil sou E que o melhor é perecer. Já n…
Rafael Gonçalves
De pé se pode
a espera na fila intensa o corpo quase que separado da mente mas o exame do dia favorece a que o humor seja solar, e nós aqui à espera n…
Darlan de Matos Cunha
Abraço
Já não é um abraço. É muito mais. É um arrepio na nuca descoberta. É a reflexão no conforto do mo(vi)mento. É o amor de Camões na simplic…
Rafael Gonçalves
Os duendes.
Bem ao lado de meu coração existe um vazio imenso... geralmente acontecem nas tardes de um domingo - qualquer , meus olhos ardem de sauda…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*