Um galão e um croissant na espera do café

Seriam as metas objectivos?
Os objectivos querem-se dificeís,
Mas de alcance indisputável,
Fitas vermelhas a pedir uma tesoura na mão.

E cada pedra, afinal, é calçada,
Um desenho feito para ser pisado,
Decorado de tijolos sobrepostos e varandas regurgitadas
Para um vazio aéreo de olhares atentos.

Cada suspiro, cada laço, cada horizonte
Amontoa-se a juzante, na foz, no imenso.

Objectivos inalcançáveis
Até se ter um barco.
759 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.