Tentar de Novo
Pede-me verdades infinitas.
Pede-me a lealdade eterna.
Pede-me promessas ditas.
Pede-me a minha mão terna.
Exige um apaixonante motim,
Disso terás um majestoso confim!
Rouba-me o inquietante medo.
Rouba-me a pesada solidão.
Rouba-me o escuro degredo.
Rouba-me a eterna negação.
Exijo um sentimento carmim,
Disso há em mim um sem fim!
Dou-te a minha alma aberta.
Dou-te um céu de desvelo.
Dou-te a sublime descoberta.
Dou-te o meu corpo estrelo.
Implora-me o espinhoso perdão,
Desejo em mim a tua absolvição,
Em espera arde o meu coração,
Numa já longa e letal aflição!
Raquel Mesquita, in "Ousadia de Sentir"
Pede-me a lealdade eterna.
Pede-me promessas ditas.
Pede-me a minha mão terna.
Exige um apaixonante motim,
Disso terás um majestoso confim!
Rouba-me o inquietante medo.
Rouba-me a pesada solidão.
Rouba-me o escuro degredo.
Rouba-me a eterna negação.
Exijo um sentimento carmim,
Disso há em mim um sem fim!
Dou-te a minha alma aberta.
Dou-te um céu de desvelo.
Dou-te a sublime descoberta.
Dou-te o meu corpo estrelo.
Implora-me o espinhoso perdão,
Desejo em mim a tua absolvição,
Em espera arde o meu coração,
Numa já longa e letal aflição!
Raquel Mesquita, in "Ousadia de Sentir"
Comentários (2)
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Raquel Mesquita
Autor
2011-09-08
Muito obrigada pelo comentário, pelo elogio e, sobretudo, por estar sempre atento! Obrigada!
2011-09-08
TENTE QUANTAS VEZES QUISERES POIS CADA TENTATIVA É UM CAMINHO QUE SE ABRE E SÓ ASSIM NOSSAS ALMAS PODEM VIAJAR POR AI NOS ENCANTOS DA POESIA, PARABÉNS LINDO TEUS VERSOS.