PAZ e VOZ
Que a bem de tudo se faz absurdo,
Que do intuito se tem lucro,
Onde o bem é absurdo,
Como posso ser absoluto?
Onde todos se torturam,
Floresce o abandono,
Compaixão nem pensar!
Explica o olhar,
Antes fosse um contar,
Deste poema a se odiar.
Que do intuito se tem lucro,
Onde o bem é absurdo,
Como posso ser absoluto?
Onde todos se torturam,
Floresce o abandono,
Compaixão nem pensar!
Explica o olhar,
Antes fosse um contar,
Deste poema a se odiar.
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