Aperto ao peito
O aroma do vinho que acalenta a memória, é o mesmo que afoga meu peito, embriagando sentimentos, confundindo momentos, tornando-se refúgio do belo e nobre amar.
Aperta por vez mais a distância vivida, a ausência sentida, e a batida do coração já pulsa sem a mesma emoção, a lembrança sorri a ilusão de adormecer, e voltar a viver um bem querer, que um dia habitou meu ser.
Thiago Gonzaga.
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