Aperto ao peito
O aroma do vinho que acalenta a memória, é o mesmo que afoga meu peito, embriagando sentimentos, confundindo momentos, tornando-se refúgio do belo e nobre amar.
Aperta por vez mais a distância vivida, a ausência sentida, e a batida do coração já pulsa sem a mesma emoção, a lembrança sorri a ilusão de adormecer, e voltar a viver um bem querer, que um dia habitou meu ser.
Thiago Gonzaga.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotinas
gostar de rotinas faz-me gostar muito mais dos dias que não sabem a ontem
Isabel Pires
Mimos
às vezes o amor
aproveita-se das ausências
veste-se de filamentos de nós
e invade os dias que nascem iguais
para os tornar e…
Isabel Pires
Carmesim
há um encanto especial nos dias curtos do verão tardio.
o sol, em promessa de brevidade, beija-nos a pele com vontade de ficar.
…
Isabel Pires
A meias
raia a manhã na consciência tempo entardecido insistência rastros do homem em sua ausência a que foge de si a que lhe intenta construir-s…
AurelioAquino