«Noutros Rostos» XIV
porque durante o silêncio da noite tudo respira tranquilo
na mais breve insolvência musical
e na cama ouço a inocência das eternas servidões...
porque durante o silêncio da noite tudo respira tranquilo
na mais breve insolvência musical
e na cama ouço a inocência das eternas servidões...