A quem meu Deus?
Acordo em soluços de medo profundo.
Sem mais ter a inocência de criança,
Quanto mais se vive mais dói este mundo,
A quem meu Deus se deve preferir amor à vingança?
Todos os dias tenho que provar que sou justo.
Por que se até estrelas se desprendem da constelação?
Por que se constroem a falsos heróis até bustos,
A quem meu Deus se deve conceder perdão?
Abro-me em confissão deliberada,
Exponho cada pedaço da minha consciência.
Pessoas maltratam para se sentirem amadas,
A quem meu Deus se deve conceder clemência?
Sem mais ter a inocência de criança,
Quanto mais se vive mais dói este mundo,
A quem meu Deus se deve preferir amor à vingança?
Todos os dias tenho que provar que sou justo.
Por que se até estrelas se desprendem da constelação?
Por que se constroem a falsos heróis até bustos,
A quem meu Deus se deve conceder perdão?
Abro-me em confissão deliberada,
Exponho cada pedaço da minha consciência.
Pessoas maltratam para se sentirem amadas,
A quem meu Deus se deve conceder clemência?
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