Entre cordas, vinho e pés
Às vezes fica só vício
O velho
e a preguiça do novo
E quando o novo lhe acha, qual seu vício
A música e outras coisas
Silêncio, olhos baixos
Um que de sedução
um abraço antigo
Um encontro novo
Ou seria o contrário
Lhe droga a poesia dos olhos baixos
Olhos transeuntes
entre cordas de violão e dedos dos pés
De quais pés
Ainda não sei
Timidez boa por dentro
Do velho, só o vício
vício que como a chuva molha o giz que riscou o asfalto
Apaga tudo
Do novo a preguiça do velho
e o vinho recém aberto
dormente frio na geladeira
Será
Gosto mais das novas rolhas na cristaleira
E me prazenta o olhar cabisbaixo
entre as cordas de um vilão
os meus e os seus pés
O velho
e a preguiça do novo
E quando o novo lhe acha, qual seu vício
A música e outras coisas
Silêncio, olhos baixos
Um que de sedução
um abraço antigo
Um encontro novo
Ou seria o contrário
Lhe droga a poesia dos olhos baixos
Olhos transeuntes
entre cordas de violão e dedos dos pés
De quais pés
Ainda não sei
Timidez boa por dentro
Do velho, só o vício
vício que como a chuva molha o giz que riscou o asfalto
Apaga tudo
Do novo a preguiça do velho
e o vinho recém aberto
dormente frio na geladeira
Será
Gosto mais das novas rolhas na cristaleira
E me prazenta o olhar cabisbaixo
entre as cordas de um vilão
os meus e os seus pés
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