NÃO HEI DE ALARDEAR O MEU AMOR
Não hei de alardear o meu amor
Nem o divulgarei pelos jornais.
Pois meu amor é meu tesouro oculto
Que eu mantenho bem longe dos chacais.
Não vou gritá-lo aos quatro ventos, não,
Não vou pichá-lo nas paredes nuas.
Só no meu peito é que ele encontra alento
E nos meus versos é que beija a glória.
O meu amor é meu, de mais ninguém.
Ostentem os seus, como se fossem adorno
De uma vida vazia e sem sentido.
O meu amor é minha estrela errante,
Ave, suspiro, vinho delirante,
Mais linda flor do meu jardim secreto.
Nem o divulgarei pelos jornais.
Pois meu amor é meu tesouro oculto
Que eu mantenho bem longe dos chacais.
Não vou gritá-lo aos quatro ventos, não,
Não vou pichá-lo nas paredes nuas.
Só no meu peito é que ele encontra alento
E nos meus versos é que beija a glória.
O meu amor é meu, de mais ninguém.
Ostentem os seus, como se fossem adorno
De uma vida vazia e sem sentido.
O meu amor é minha estrela errante,
Ave, suspiro, vinho delirante,
Mais linda flor do meu jardim secreto.
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