Moinhas Mãos
Enquanto escuto todas as vozes
E desfio horas e palavras
Vou perguntando a Deus
Quanto tempo?
Quanto tempo mais
Até te amarrar em teus braços
Nos unir, amar
Perder o tino
Perder a compostura
Perder e ganhar.
Enquanto desfio o rosário dos aflitos
Confronto-me com Deus e digo:
Quero-te, desejo-te, cedo.
Amo o rio que corre no teu corpo e
Que desaba no meu mar.
Não consigo dormir
Abraço-me e procuro-te.
Moinhas mãos trabalham arduamente
Tecendo o tempo que nos separa
Aumentando o desejo e encurtando a espera.
Já não sei o que fazer.
Começo a ficar com o olhar ausente
E as mãos dormentes.
Preciso do teu amor.
E desfio horas e palavras
Vou perguntando a Deus
Quanto tempo?
Quanto tempo mais
Até te amarrar em teus braços
Nos unir, amar
Perder o tino
Perder a compostura
Perder e ganhar.
Enquanto desfio o rosário dos aflitos
Confronto-me com Deus e digo:
Quero-te, desejo-te, cedo.
Amo o rio que corre no teu corpo e
Que desaba no meu mar.
Não consigo dormir
Abraço-me e procuro-te.
Moinhas mãos trabalham arduamente
Tecendo o tempo que nos separa
Aumentando o desejo e encurtando a espera.
Já não sei o que fazer.
Começo a ficar com o olhar ausente
E as mãos dormentes.
Preciso do teu amor.
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