Só falo por mim as ideias do José e do Camões
(Tentativas para não inventar não faltam
Pena é que às vezes a pressa da verdade
Tudo corrompa, e a mentira torna-se
A realidade da imaginação.)
Pois hoje sou um poeta lírico
Como diria José Régio:
Daqueles que perdem totalmente a cabeça
Focando-se na cousa amada.
E o eixo em que gira essa cousa amada
Sendo a minha própria condição de suspirante
Torna-se risonha e de arte
Nas mãos da imaginação.
Esperemos que não nos engula inteiros
Este corrupção para a visão da felicidade.
Depois, sabendo-se incerto o verdadeiro
Tudo tem término num criado mal.
Pena é que às vezes a pressa da verdade
Tudo corrompa, e a mentira torna-se
A realidade da imaginação.)
Pois hoje sou um poeta lírico
Como diria José Régio:
Daqueles que perdem totalmente a cabeça
Focando-se na cousa amada.
E o eixo em que gira essa cousa amada
Sendo a minha própria condição de suspirante
Torna-se risonha e de arte
Nas mãos da imaginação.
Esperemos que não nos engula inteiros
Este corrupção para a visão da felicidade.
Depois, sabendo-se incerto o verdadeiro
Tudo tem término num criado mal.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Lembra:
estatísticas divergem driblam os muros os óvulos o plano de ontem e o mapa pretenso do amanhã vergando a base da estrutura em a…
Darlan de Matos Cunha
pisar nas folhas secas
crocante quando pisoteio as folhas secas do quintal das cidades há uma alegria cretina de sentir com os pés as partículas se desfazendo…
Kátia Surreal
Finalmente !!! - 22/09/2026
Finalmente teve um fim
Depois de tanto sofrimento.
Foi-se a amargura por fim
Da dor que me entristeceu.
…
Armando A. C. Garcia
quem vai pelo bosque
busca-se quem se deixa vai-se pelas folhas perde-se quando é chegada a hora a noite tem o tempo que quiser os dias são escuros tudo qu…
Kátia Surreal