O Luar esbatia-se em mim,
Iluminando toda a seara,
De chuva prateada sem fim,
Rasgando-se em Noite clara.
O Luar dos amantes,
à beirinha dos portos,
O apego do navegantes,
O beijo dos poetas mortos.
O Luar caiu em mim,
Guardado pelas Estrelas,
Fez-me seu Delfim,
Encantado por todas elas.
O Luar dos montes,
Corre pelos caminhos,
Trás formosura às fontes,
Banhando ainda os moinhos.
O Luar da minha infância,
Era tão belo ao meu olhar,
Interpelava-me à distância,
Comovia-se ao ouvir chorar.
Lx, 1-4-2004
Iluminando toda a seara,
De chuva prateada sem fim,
Rasgando-se em Noite clara.
O Luar dos amantes,
à beirinha dos portos,
O apego do navegantes,
O beijo dos poetas mortos.
O Luar caiu em mim,
Guardado pelas Estrelas,
Fez-me seu Delfim,
Encantado por todas elas.
O Luar dos montes,
Corre pelos caminhos,
Trás formosura às fontes,
Banhando ainda os moinhos.
O Luar da minha infância,
Era tão belo ao meu olhar,
Interpelava-me à distância,
Comovia-se ao ouvir chorar.
Lx, 1-4-2004
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