Aluci-na Bella
Do teu cais
Eu beberei
Até o princípio do fim
Desde o nascimento da morte
Quando por gratidão
Debruço em teu corpo
A avareza da felicidade
Tocando-te toda
Amando-te mais
Quê em todos os destinos
Entre tantos artifícios
Vivos e mortos
Nossas folhas padecem em noite fria
Teu rosto rosado te faz flor
Se tuas vestes não mais me servissem
O que restaria sem teu amor?
Com repúdio a vida seguiria
Sem todo teu esplendor
Para deuses, repetiria
Me leve pra onde ela flor!
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