Obsessão
Quero que tuas objeções se cruzem em minha boca. Que tua pele repudie meu toque, e vibre sem o entrelaçar de meus dedos. De longe quero sentir-te como mundo em decadência, onde não exista alma para o júbilo. Cobiço tua face em feiras de avenidas, perambulando em desgosto a tua vertigem, qual me causa ouriço simultâneo. Levo minhas mãos ao teu corpo. Embriago minhas verdades esperando que nelas caibam tuas vísceras do querer.
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