Medo - Reboque da vida
Ainda jovem ouvi de um sábio grego que,
Me tomariam a inocência,
Me privariam a liberdade,
E parte de minha consciência.
E que não falhariam em me roubar os sonhos,
A força de minhas pernas,
o compasso de meu peito...
Que amputariam meus amores,
Dos carnais - aos virtuosos.
E por fim, definhariam minha dignidade pouco a pouco,
Até que meu nome se fizesse maldito entre trigos e joios.
E eu, simplesmente segui vivendo até que me fosse completamente extirpado o medo do oculto e do incompreensível.
Me tomariam a inocência,
Me privariam a liberdade,
E parte de minha consciência.
E que não falhariam em me roubar os sonhos,
A força de minhas pernas,
o compasso de meu peito...
Que amputariam meus amores,
Dos carnais - aos virtuosos.
E por fim, definhariam minha dignidade pouco a pouco,
Até que meu nome se fizesse maldito entre trigos e joios.
E eu, simplesmente segui vivendo até que me fosse completamente extirpado o medo do oculto e do incompreensível.
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