A Lua é para todos
O quase acontecido
é sempre um grande amor.
Tudo é irreal, mas nada é ilusão.
Por isso essa vontade da verdade ideal,
de reviver o "tudo" que não foi vivido!
Por isso essa saudade inconteste.
-Rio de prata que a mim me escapa -
Volteiam-me as águas, as cataratas,
as núvens e os anéis agrestes...
Mas trago minha vida sem segredo.
Falar do meu amor é a importância!
E tudo o mais, que não pode ser enredo,
não é nenhum segredo: É irrelevância!
E lá no alto o meu anjo sem pudor,
da maneira mais universal
será sempre o meu amor...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*