obturador (exposição longa)
abrir e não fechar mais as pálpebras (não
se abrem os olhos, assim como não se abrem
portas), ver o vaievem de pessoas até que
se tornem todas um só feixe furta-cor
até que se de(s)corem todos os preços e os
ciclos sazonais das promoções e últimas tendências
até que se compre(enda) a perimtranscendência
imóvel do concreto das fundações e do vidro da vitrine
onde se pode ve(nde)r até a própria aparência
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Reconhecimento.
Tem vezes que não acredito em mim mesmo... mas olho tantas pessoas que conseguem reconhecimento - e o meu lutar de tantos anos se tornam …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
HOTEL DO NOSSO AMOR
Procurei um hotel, Para o nosso amor repousar, Sob um lindo céu, Onde pudéssemos sonhar. Nosso amor é tão bonito, Leal como luz do luar,…
miltondacosta
O tão somente belo
Eu
Verterei
Em algumas palavras
A essência
A menção
E a significação
Daquilo que seja o tão somente belo …
de Oliveira Melo
dopo la tempesta
depois da tempestade é que se sabe trabalhar cansa feito um teorema um dilema na conta do dia depois da tempestade gritos tardios dois r…
Darlan de Matos Cunha