Epílogo
Sou uma manhã que se arrepende
Sempre que a aurora toma a forma do medo
E da janela do meu tempo se escondam
dois olhos em súplica
Como se fossem o epílogo anunciado
De uma alma que não lhes pertence
Sou uma manhã que se arrepende
Sempre que a aurora toma a forma do medo
E da janela do meu tempo se escondam
dois olhos em súplica
Como se fossem o epílogo anunciado
De uma alma que não lhes pertence