Graça, de anseios,
ou não.
Sabe-se lá o que passa
em seu coração,
que as vezes guarda o que o mar dos teus olhos tenta reter,
em vão.
Quando a maré dos olhos está alta
ao menos um pouquinho se sabe do coração,
ou não.
Graça,
que o verde alegre dos teus olhos nunca esfrie o tom,
são encantadores assim.
Graça mãe,
para os filhos deu muito amor.
Viva,
a felicidade te convida para a vida.
Cante e encante,
seja.
Enalteço teu ar
com palavras ora sem graça,
mas que pouco almejam tê-la,
sei do seu trato com ela para sê-la.
Guilherme Rosa
Verão de 2015.
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