Poema de asas curtas

Um campo fértil de céu estrelado

De mares alados de profundezas hostil

No profundo rastro de vozes naufragadas

Mergulho meu horror de peixe afogado

Da lenha que se apaga

Do apelo distante já não ouço bramido

Do telhado aberto nuvens que encobrem

Da serenidade esquecida o dissabor prevalece

Os picos altos e solitários se vestem de sorriso

Para um poema de asas curtas

Aline.

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