Poema de asas curtas
Um campo fértil de céu estrelado
De mares alados de profundezas hostil
No profundo rastro de vozes naufragadas
Mergulho meu horror de peixe afogado
Da lenha que se apaga
Do apelo distante já não ouço bramido
Do telhado aberto nuvens que encobrem
Da serenidade esquecida o dissabor prevalece
Os picos altos e solitários se vestem de sorriso
Para um poema de asas curtas
Aline.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia