IMAGINO-TE… ALENTEJO
Imagino-te um farol de luz, Alentejo,
Incomensurável oceano terreno,
Refrescando o ar quente sereno,
Nas ondas loiras a festejar em cortejo.
Imagino-te um porto d' abrigo,
Onde se aconchegam os navios,
Povoadores de desafios,
Por esse mar de cores sem perigo.
Imagino-te um recôndito aprazível,
Para confiar meus pensamentos,
E desabrocharem ao sabor, os argumentos,
Imagino-te um céu aberto,
Onde as asas voam em liberdade,
E no teu regaço, o sopro do cante e a saudade.
16-11-2016 Maria Antonieta Matos
Incomensurável oceano terreno,
Refrescando o ar quente sereno,
Nas ondas loiras a festejar em cortejo.
Imagino-te um porto d' abrigo,
Onde se aconchegam os navios,
Povoadores de desafios,
Por esse mar de cores sem perigo.
Imagino-te um recôndito aprazível,
Para confiar meus pensamentos,
E desabrocharem ao sabor, os argumentos,
Imagino-te um céu aberto,
Onde as asas voam em liberdade,
E no teu regaço, o sopro do cante e a saudade.
16-11-2016 Maria Antonieta Matos
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