Estrela que passa
(Peço licença ao poeta Manuel Bandeira)
Oh! Vulcana, feita de caos e luz,De cujo corpo paina resplandece,
Uma aura indecente torpe que induz
Ao frio coração, o fogo, e ferve.
E abrasa e liquefaz o duro aço.
Oh! Profana, de toque tal que arde
Feito beijo roubado e vão abraço
De adeus. Que aperta, queima, embora tarde.
Oh! Dama, volátil como bom sonho
"vem feito chama, vai feito fumaça",
sobram cinzas, sobra pó e carcaça.
Oh! Cigana estrela no céu tristonho,
Que eu queria fosse estrela que passa,
"Vem feito chama, vai feito fumaça".
Oh! Vulcana, feita de caos e luz,De cujo corpo paina resplandece,
Uma aura indecente torpe que induz
Ao frio coração, o fogo, e ferve.
E abrasa e liquefaz o duro aço.
Oh! Profana, de toque tal que arde
Feito beijo roubado e vão abraço
De adeus. Que aperta, queima, embora tarde.
Oh! Dama, volátil como bom sonho
"vem feito chama, vai feito fumaça",
sobram cinzas, sobra pó e carcaça.
Oh! Cigana estrela no céu tristonho,
Que eu queria fosse estrela que passa,
"Vem feito chama, vai feito fumaça".
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