Camarim
Te olho,mas não te vejo
Me enxergando
Apenas seus olhos
Me olhando
Oblíquo
Sem verem o que há detrás da cortina
Os bastidores de minh'alma
Imaginando fantasias
Que não fantasio
Se é que pensas
que fantasio com tuas fantasias
Que não são minhas
[e furto-as do mesmo jeito
Mas enxerga o eterno balé
Rodopiante no camrim
No chão de madeira do palco
enxarcado de lágrimas minhas
já de outrem
Tu não imaginas
só me enxergas
Não te enxergo mais
Depois de tantas fantasias
Também não enxergo teu balé
Mas eu aspiro tanto
Ser seu bailarino
Mesmo não sabendo dançar
[ou amar
Tu não me ouves
Tu nunca me quiseste
Como eu te quis
Quero não te querer mais, mas mostra-se uma tarefa árdua nessa madrugada de paixão.
O/v/e/r/s/e/i/r/o/i/n/a/n/i/m/a/d/o
Prosado
Versado
Envergado
Para o céu sem ninguém
Estrelas que nunca amaram alguém
São paixões de outrem
Olhando muito além
Mais profundo do que qualquer
[amém
Rimas de Santárem
Aqueles que as cantarem
Versos deformados e obscuros
Cujos sentidos escapam do próprio autor
Pois a verdadeiro obra está no leitor
no espectador
admirador
No fatal corte da solidão...
Não a sinto. Não. não.
Não há o que se doer
Em míseras palavras de
Adolescente.
Me enxergando
Apenas seus olhos
Me olhando
Oblíquo
Sem verem o que há detrás da cortina
Os bastidores de minh'alma
Imaginando fantasias
Que não fantasio
Se é que pensas
que fantasio com tuas fantasias
Que não são minhas
[e furto-as do mesmo jeito
Mas enxerga o eterno balé
Rodopiante no camrim
No chão de madeira do palco
enxarcado de lágrimas minhas
já de outrem
Tu não imaginas
só me enxergas
Não te enxergo mais
Depois de tantas fantasias
Também não enxergo teu balé
Mas eu aspiro tanto
Ser seu bailarino
Mesmo não sabendo dançar
[ou amar
Tu não me ouves
Tu nunca me quiseste
Como eu te quis
Quero não te querer mais, mas mostra-se uma tarefa árdua nessa madrugada de paixão.
O/v/e/r/s/e/i/r/o/i/n/a/n/i/m/a/d/o
Prosado
Versado
Envergado
Para o céu sem ninguém
Estrelas que nunca amaram alguém
São paixões de outrem
Olhando muito além
Mais profundo do que qualquer
[amém
Rimas de Santárem
Aqueles que as cantarem
Versos deformados e obscuros
Cujos sentidos escapam do próprio autor
Pois a verdadeiro obra está no leitor
no espectador
admirador
No fatal corte da solidão...
Não a sinto. Não. não.
Não há o que se doer
Em míseras palavras de
Adolescente.
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