INFORTÚNIO
Vendo-me assim, tão pequeno e faminto,
Te comoves e sentes por mim compaixão,
Mas ao pensar nos culpados deste meu vil destino,
Tua raiva sufoca a primeira emoção.
Eu não fiz a escolha do lar que nasci,
E o pai que eu tenho, não te censuro julgar,
Mas um pedaço de pão, foi só o que pedi.
Tua revolta não pode minha fome matar.
Com o Samaritano, precisamos aprender:
Quem legaliza o infortúnio, não o quer resolver.
Do faminto o problema, só achará solução
Nos que acima da mente, vêem com o coração.
Te comoves e sentes por mim compaixão,
Mas ao pensar nos culpados deste meu vil destino,
Tua raiva sufoca a primeira emoção.
Eu não fiz a escolha do lar que nasci,
E o pai que eu tenho, não te censuro julgar,
Mas um pedaço de pão, foi só o que pedi.
Tua revolta não pode minha fome matar.
Com o Samaritano, precisamos aprender:
Quem legaliza o infortúnio, não o quer resolver.
Do faminto o problema, só achará solução
Nos que acima da mente, vêem com o coração.
Comentários (1)
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Maria Tereza de Sá
2016-01-13
Muito Bom!
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