A Dançante Morte Contemporânea
Que caminhos estamos tomando?em pleno século XXI
Onde ficamos acordados até tarde e de manhã levantamos arrependidos.
Com casas mais suntuosas, porém de lares divididos.
Temos renda mais alta, porém moral mais baixa.
Copiamos mais enquanto a criatividade se rebaixa.
É tempos de refeição rápida meu amigo e digestão puramente lenta.
Aonde chegamos? Em pleno século XXI.
Aprendemos ganhar dinheiro e não uma vida.
Não amamos o próximos, Um inocente pagou a dívida.
Somamos anos nas nossas vidas, mas menos vidas aos nossos anos.
Nos esnobamos com a inteligência humana, vivendo nos nosso próprios enganos.
Oramos e lemos pouco, se divertindo com o que é mais profano.
O que nos tornamos? Em pleno século XXI
Purificamos o ar, mas poluimos a alma.
Vivemos sem sentido, sem lei e calma.
Dividimos o átomo, e não nossos preconceitos.
O homem quer ser Deus, mesmo com seus defeitos.
Se iludimos em nossos desejos.
Até quando suportaremos? Em pleno século XXI.
Muito alimento, porém menos satisfação.
Quanta tecnologia, e menos comunicação.
Ah! E quantos relacionamentos, com muitos inimigos
Sendo enganados pelos que se dizem amigos.
Nesses assuntos insistimos em ser leigos.
Será nosso fim? Em pleno século XXI.
Tempos de conflitos mundias e guerras domésticas.
E a natureza clama em circunstâncias drásticas.
De mais lazer e menos diversão.
Com variedade de alimentos, porém de menos nutrição.
Nem com a ciência, alcançaremos perfeição.
Moralidade rejeitavel! Usando da liberdade para se viver sem limite.
Venda de prazeres em sexo de uma noite.
Corpos obesos e pílulas que fazem de tudo
desde alegrar, tranquilizar até matar.
Vivemos numa dançante morte contemporânea.
Onde ficamos acordados até tarde e de manhã levantamos arrependidos.
Com casas mais suntuosas, porém de lares divididos.
Temos renda mais alta, porém moral mais baixa.
Copiamos mais enquanto a criatividade se rebaixa.
É tempos de refeição rápida meu amigo e digestão puramente lenta.
Aonde chegamos? Em pleno século XXI.
Aprendemos ganhar dinheiro e não uma vida.
Não amamos o próximos, Um inocente pagou a dívida.
Somamos anos nas nossas vidas, mas menos vidas aos nossos anos.
Nos esnobamos com a inteligência humana, vivendo nos nosso próprios enganos.
Oramos e lemos pouco, se divertindo com o que é mais profano.
O que nos tornamos? Em pleno século XXI
Purificamos o ar, mas poluimos a alma.
Vivemos sem sentido, sem lei e calma.
Dividimos o átomo, e não nossos preconceitos.
O homem quer ser Deus, mesmo com seus defeitos.
Se iludimos em nossos desejos.
Até quando suportaremos? Em pleno século XXI.
Muito alimento, porém menos satisfação.
Quanta tecnologia, e menos comunicação.
Ah! E quantos relacionamentos, com muitos inimigos
Sendo enganados pelos que se dizem amigos.
Nesses assuntos insistimos em ser leigos.
Será nosso fim? Em pleno século XXI.
Tempos de conflitos mundias e guerras domésticas.
E a natureza clama em circunstâncias drásticas.
De mais lazer e menos diversão.
Com variedade de alimentos, porém de menos nutrição.
Nem com a ciência, alcançaremos perfeição.
Moralidade rejeitavel! Usando da liberdade para se viver sem limite.
Venda de prazeres em sexo de uma noite.
Corpos obesos e pílulas que fazem de tudo
desde alegrar, tranquilizar até matar.
Vivemos numa dançante morte contemporânea.
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