EU SOU MINAS GERAIS
Sou de um lugar que o povo ainda padece.
Mas não esmorece e procura vencer.
Da terra querida, que a linda cabocla.
Com riso na boca zomba no sofrer.
Não nego quem sou, não nego meu nome.
E olho pro homem, pergunto o que há?
Eu sou brasileiro, nascido em Minas.
Sou de fala mansa, mais nem brinca comigo.
UAI pra mim é o que? E trem pode ser qualquer coisa.
Se um minerinho falar pra você assim:
--É logo ali, espera só um cadiquim.
Te prepare porque, ali de mineiro fica longe.
E cadiquim nem nois consegue medir, pois cada um tem seu cadim.
Mineiro tem a fama de "Come queto", isso porque é bicho esperto.
Nossas montanhas, Bunito demais da conta.
De lá vem as águas puras dos riachos, onde da muito peixe e água prós bichos e prós pastos. Nosso pão de queijo, do tempo colonial de tão bão que é já virou comida global.
E os doces puros feitos no tacho, tem de leite, goiaba, figo e de damasco.
Falar o que do nosso queijo mineiro, feito na canastra famoso no mundo inteiro.
Ver a arte barroca eternizada nas esculturas e saber que quem fez foi um aleijado, filho de Minas talvez o mais abençoado.
Nossa riqueza maior não é ouro nem prata é o nosso povo hospitaleiro que de amor se farta.
Esse é meu Estado de Minas Gerais, seja bem vindo, pois como diz a canção, quem conhece não esquece jamais.
José Espíndola Bintencourt Mendonça
Mas não esmorece e procura vencer.
Da terra querida, que a linda cabocla.
Com riso na boca zomba no sofrer.
Não nego quem sou, não nego meu nome.
E olho pro homem, pergunto o que há?
Eu sou brasileiro, nascido em Minas.
Sou de fala mansa, mais nem brinca comigo.
UAI pra mim é o que? E trem pode ser qualquer coisa.
Se um minerinho falar pra você assim:
--É logo ali, espera só um cadiquim.
Te prepare porque, ali de mineiro fica longe.
E cadiquim nem nois consegue medir, pois cada um tem seu cadim.
Mineiro tem a fama de "Come queto", isso porque é bicho esperto.
Nossas montanhas, Bunito demais da conta.
De lá vem as águas puras dos riachos, onde da muito peixe e água prós bichos e prós pastos. Nosso pão de queijo, do tempo colonial de tão bão que é já virou comida global.
E os doces puros feitos no tacho, tem de leite, goiaba, figo e de damasco.
Falar o que do nosso queijo mineiro, feito na canastra famoso no mundo inteiro.
Ver a arte barroca eternizada nas esculturas e saber que quem fez foi um aleijado, filho de Minas talvez o mais abençoado.
Nossa riqueza maior não é ouro nem prata é o nosso povo hospitaleiro que de amor se farta.
Esse é meu Estado de Minas Gerais, seja bem vindo, pois como diz a canção, quem conhece não esquece jamais.
José Espíndola Bintencourt Mendonça
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