DESVENTURA
Jovens viris, valorosos, intrépidos e corajosos,
estão o mundo a mirar.
Buscam, além do horizonte, o mais viçoso dos montes,
para uma bandeira hastear.
Não há agruras na serra ou obstáculo na terra
que os impeça marchar.
Partem, aos vinte, bem cedo, cheios de amor e sem medo,
vão a montanha escalar.
Aos trinta, correndo tanto, das pradarias os encantos,
já pulam sem contemplar.
Sobem escarpas e serras , dos sonhos fazem a guerra,
pouco conseguem se amar.
Aos quarenta jazem cansados, a bandeira é um trapo rasgado,
não vale a pena hastear.
Aos cinquenta já não olham prá cima, sonham com os prados e campinas,
os quais ousaram deixar.
A carga é então dividida, por rotas opostas e em descida,
não querem mais se encontrar.
estão o mundo a mirar.
Buscam, além do horizonte, o mais viçoso dos montes,
para uma bandeira hastear.
Não há agruras na serra ou obstáculo na terra
que os impeça marchar.
Partem, aos vinte, bem cedo, cheios de amor e sem medo,
vão a montanha escalar.
Aos trinta, correndo tanto, das pradarias os encantos,
já pulam sem contemplar.
Sobem escarpas e serras , dos sonhos fazem a guerra,
pouco conseguem se amar.
Aos quarenta jazem cansados, a bandeira é um trapo rasgado,
não vale a pena hastear.
Aos cinquenta já não olham prá cima, sonham com os prados e campinas,
os quais ousaram deixar.
A carga é então dividida, por rotas opostas e em descida,
não querem mais se encontrar.
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