Não amo a normalidade
Me sufoca toda essa normalidade,
Pois sinto falta daquela saudade!
Do desejo tenaz te encontrar na rua,
De tentar lembrar uma fala sua.
Do que sempre me levou a te querer.
Então nessa normalidade aparente,
Eu não sinto mais falta da gente...
Porém, eu nunca não tive você.
No entanto, eu não procuro entender.
Tampouco eu tenho tentado justificar.
Essa inercia que em mim se movimenta,
Já não é mais capaz de assustar...
Alguma coisa em mim passou a morrer,
Mesmo sem te ter não consigo me inquietar.
NUNES, Elisérgio.
Pois sinto falta daquela saudade!
Do desejo tenaz te encontrar na rua,
De tentar lembrar uma fala sua.
Do que sempre me levou a te querer.
Então nessa normalidade aparente,
Eu não sinto mais falta da gente...
Porém, eu nunca não tive você.
No entanto, eu não procuro entender.
Tampouco eu tenho tentado justificar.
Essa inercia que em mim se movimenta,
Já não é mais capaz de assustar...
Alguma coisa em mim passou a morrer,
Mesmo sem te ter não consigo me inquietar.
NUNES, Elisérgio.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia
Anestezia.
Olhe... se você olhar para mim neste instante - verás a verdade em meus olhos - Pois de minha boca sairá somente - uma verdadeira pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Brasil ! restou a esperança ...
A esperança foi o que nos restou Da malfadada caixa de Pandora. - O dinheiro, o PT o espalhou Por outros países afora. Sem retor…
Armando A. C. Garcia
Obra N.° 13: Poema Gótico
A detalhes mórbidos avisarei
Que este já não é mais nosso mundo
Em mim já não há mais cor,
Em você só restou trevas.
…
Vilar Romancista