Não amo a normalidade
Me sufoca toda essa normalidade,
Pois sinto falta daquela saudade!
Do desejo tenaz te encontrar na rua,
De tentar lembrar uma fala sua.
Do que sempre me levou a te querer.
Então nessa normalidade aparente,
Eu não sinto mais falta da gente...
Porém, eu nunca não tive você.
No entanto, eu não procuro entender.
Tampouco eu tenho tentado justificar.
Essa inercia que em mim se movimenta,
Já não é mais capaz de assustar...
Alguma coisa em mim passou a morrer,
Mesmo sem te ter não consigo me inquietar.
NUNES, Elisérgio.
Pois sinto falta daquela saudade!
Do desejo tenaz te encontrar na rua,
De tentar lembrar uma fala sua.
Do que sempre me levou a te querer.
Então nessa normalidade aparente,
Eu não sinto mais falta da gente...
Porém, eu nunca não tive você.
No entanto, eu não procuro entender.
Tampouco eu tenho tentado justificar.
Essa inercia que em mim se movimenta,
Já não é mais capaz de assustar...
Alguma coisa em mim passou a morrer,
Mesmo sem te ter não consigo me inquietar.
NUNES, Elisérgio.
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