Sopro
Vento Frio soprando
As nuvens a luz da lua se movendo
O Barulho dos sapos cantando suas vidas
E eu, no meu quarto
Que não é cinza mas quase não vejo mais cores
Só sinto o vento
Que entra pela janela sem vidro e me faz arrepiar
Junto as preocupações da vida
Do dia de amanhã
Como o vento eu só o sinto e escuto
Deixando-o ir
Seguindo o caminho dele, Dado a ele na quele momento.
As nuvens a luz da lua se movendo
O Barulho dos sapos cantando suas vidas
E eu, no meu quarto
Que não é cinza mas quase não vejo mais cores
Só sinto o vento
Que entra pela janela sem vidro e me faz arrepiar
Junto as preocupações da vida
Do dia de amanhã
Como o vento eu só o sinto e escuto
Deixando-o ir
Seguindo o caminho dele, Dado a ele na quele momento.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
VALE MAIS TARDE DO QUE NUNCA
Vale mais tarde o passo que desperta, Que cedo andar sem rumo ou direção, Quem busca a luz, ainda que na incerta, Descobre enfim o fruto …
Maria Antonieta Matos
A Grande Mãe.
A bondade é uma conquista de todos os seres humanos até os animais dados como ferozes cuidam de suas crias com tanto ciúmes , que chega a…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Bolero
no bolero de Ravel o infinito se alarga enche de cosmos o chão da alma foguetes bemóis fusas disfarçadas o som engravida o útero do nada …
AurelioAquino
Dedicado a Renata Fernandes Vasconcellos.
Ah. como é bela sua ternura e sua grandeza como mulher de aventuras sofisticada e alegre teu falar tua beleza na pele lhes é tão peculia…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*