CANTA AMERICA
Canta América
Nas planícies férteis e suaves
Nos mananciais doces e floridos
Nas areias brancas e antigas.
E serás um dia
Mulher vermelha e marrom,
A luz da manhã e aroma do despertar.
Talvez de todas as horas
Homem loiro e oriental
Amante verpertino e madura harmonia.
Cante América
Para suspirar alegrias e suspirar tristezas.
Deixe-se ser soberana no segredo
Lágrimas de agonia e oração eterna
Restos solitários das batalhas.
Te contemplarei o familiar e o alheio
Comigo amor desnudo
Nas cordilheiras incas
Sentados em um pássaro de luz
Voando ao cair da noite.
Canta América
Para se misturar ao ruído das ruas
Com os acordes cúmplices da morte.
Canta América
Para escalar a palmos a terra
Onde as cortinas do céu não vão se abrir.
Canta desde o átrio esquecido
Para salvar a fonte jovem e serena
Onde o mármore adormecido fecha os corações.
Canta de seu barco viajante
Para brincar com canções ingênuas
Onde a cabeleira azul do mar dá a sentença.
América
Voz de Crianças e Eco das coisas.
Me veja partir
Eu andei em muitos caminhos
E hoje eu abro o sol e a alma
Compreendo que nós somos
Quechuas no espírito
Castelhanos na palavra.
Nas planícies férteis e suaves
Nos mananciais doces e floridos
Nas areias brancas e antigas.
E serás um dia
Mulher vermelha e marrom,
A luz da manhã e aroma do despertar.
Talvez de todas as horas
Homem loiro e oriental
Amante verpertino e madura harmonia.
Cante América
Para suspirar alegrias e suspirar tristezas.
Deixe-se ser soberana no segredo
Lágrimas de agonia e oração eterna
Restos solitários das batalhas.
Te contemplarei o familiar e o alheio
Comigo amor desnudo
Nas cordilheiras incas
Sentados em um pássaro de luz
Voando ao cair da noite.
Canta América
Para se misturar ao ruído das ruas
Com os acordes cúmplices da morte.
Canta América
Para escalar a palmos a terra
Onde as cortinas do céu não vão se abrir.
Canta desde o átrio esquecido
Para salvar a fonte jovem e serena
Onde o mármore adormecido fecha os corações.
Canta de seu barco viajante
Para brincar com canções ingênuas
Onde a cabeleira azul do mar dá a sentença.
América
Voz de Crianças e Eco das coisas.
Me veja partir
Eu andei em muitos caminhos
E hoje eu abro o sol e a alma
Compreendo que nós somos
Quechuas no espírito
Castelhanos na palavra.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Humana sina
viver mais que a vida viver em todos a sanha coletiva pulsar em tudo em cada esquina usina da alma arredores do mundo viver-se urgente no…
AurelioAquino
Ave-Maria
Quando a tarde, anuncia o poente
E olhos descrentes esperam pra ver
A magia do dia e do sol a agonia,
Da luz que irradia, buscan…
A poesia de JRUnder
Doce loucura
Louca, louca estou! Já não cessam as lágrimas, essas que me tomam para si sem avisar. Basta apenas pensar naquele doce olhar.
O que me…
Naiany
Imensidão que há
Se pudesse eu, descrever a imensidão que há em que penso e sinto, ousaria assemelhar a como estar em uma pequeníssima ilha longínqua, cer…
Naiany