Covardia
Esse amor que corria nas minhas veias
Deixou-me triste de saudade
Quando tu dissestes adeus
Sem olhar nos meus olhos
Não tivestes coragem , te escondestes
Mandastes um bilhete , que covardia
Feristes como uma espada transpassada
No intimo do meu coração
Nem se quer te preocupastes se eu morreria de solidão
Mas não tem problema
Não te peço nada
Nem quero ver-te mais
Quero-te longe do meu mundo
Pois só me fizestes mal
Não dou-te se quer um minuto
Pra você tentar me convencer
Pois eu já te tirei do meu pensamento
E te abolir do meu coração
Deixou-me triste de saudade
Quando tu dissestes adeus
Sem olhar nos meus olhos
Não tivestes coragem , te escondestes
Mandastes um bilhete , que covardia
Feristes como uma espada transpassada
No intimo do meu coração
Nem se quer te preocupastes se eu morreria de solidão
Mas não tem problema
Não te peço nada
Nem quero ver-te mais
Quero-te longe do meu mundo
Pois só me fizestes mal
Não dou-te se quer um minuto
Pra você tentar me convencer
Pois eu já te tirei do meu pensamento
E te abolir do meu coração
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia